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	<title>Ong Paciência Viva &#187; reciclagem</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Prevenção e Desenvolvimento Sustentado Paciência Viva</description>
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		<title>CEMPRE cria Comitê para discutir reciclagem de eletroeletrônicos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniele</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem – organização não governamental que incentiva a reciclagem no Brasil, criou um comitê de trabalho especialmente voltado para acompanhar as discussões sobre a reciclagem de eletroeletrônicos no país. O Comitê é integrado por empresas do setor, fabricantes ou varejistas, associados ao Cempre, como a Intel, a HP, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span></p>
<div id="attachment_690" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-690" title="pc" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/11/pc-300x208.jpg" alt="Foto: André Deak" width="300" height="208" /><p class="wp-caption-text">Foto: André Deak</p></div>
<p></span></p>
<p>O CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem – organização não governamental que incentiva a reciclagem no Brasil, criou um comitê de trabalho especialmente voltado para acompanhar as discussões sobre a reciclagem de eletroeletrônicos no país. O Comitê é integrado por empresas do setor, fabricantes ou varejistas, associados ao Cempre, como a Intel, a HP, a Dell, a Phillips, o Wal Mart, Carrefour e o Pão de Açúcar. O foco do grupo é debater os avanços e principais entraves da reciclagem da categoria e trabalhar em parceira com autoridades governamentais para inserir a questão de forma sustentável na Política Nacional de Resíduos Sólidos.</p>
<p><span id="more-689"></span></p>
<p><span>A criação de um comitê para discutir separadamente o reaproveitamento dos eletroeletrônicos é justificada pelas particularidades que a linha apresenta. “A reciclagem destes materiais envolve, por exemplo, uma tecnologia muito mais complexa e cara do que aquela usada para as embalagens, a relação dos consumidores com este tipo de produto também é diferente; e ainda há um enorme mercado informal que comercializa produtos montados e alimenta o descarte irresponsável dos eletroeletrônicos e das peças”, diz André Vilhena, diretor executivo do CEMPRE. Segundo ele, este é o primeiro comitê específico para uma linha de produtos que a ong estabelece.</p>
<p>O Comitê defende o conceito da responsabilidade compartilhada entre sociedade, governo e indústria para a reciclagem dos eletroeletrônicos, o que implicaria em incentivos fiscais, fiscalização rigorosa para combater a pirataria, e a definição de diretrizes nacionais, e não regionais, para a reciclagem dos produtos. “Estabelecer metas regionais para a coleta e reciclagem dos eletroeletrônicos não leva em conta a distribuição dos produtos. Outros pontos a serem considerados é a relação que os consumidores constroem com os eletroeletrônicos e também o fato de que o que é considerado velho para um pode não ser para o outro. &#8220;Muitos não querem se desfazer dos produtos, mesmo que já estejam obsoletos. Outros preferem doar suas TVs ou computadores antigos a enviá-los para a reciclagem”, diz André Vilhena.</p>
<p>Estabelecer quando o produto já passou do tempo de vida útil e virou resíduo é uma questão que precisa ser melhor definida inclusive para regular o transporte dos produtos destinados à reciclagem. “Senão o caminhão que transporta o eletroeletrônico para a reciclagem pode ser parado pela fiscalização, se ela entender que os produtos ali ainda estão em plena condições de uso”, explica Vilhena.</p>
<p>Segundo o Comitê, cerca de 30% do mercado eletroeletrônico no Brasil é informal. A redução da carga tributária que incide sobre o setor poderia trazer este mercado para a formalidade, gerando empregos. Conceder benefícios fiscais às empresas que realizam a logística reversa seria uma forma de incentivar a indústria da reciclagem no setor e potencializar ganhos registrados com a Lei do Bem, de 2005, que prevê incentivos fiscais a empresas que desenvolvem inovações tecnológicas. Segundo o Comitê, com uma maior formalização em apenas dois anos cerca de 5 mil empregos diretos poderiam ser criados no mercado dos eletroeletrônicos.<br />
</span></p>
<p><span><strong>Fonte: CEMPRE</strong><br />
</span></p>
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		<title>Como colaborar com a coleta de jornal</title>
		<link>http://www.pacienciaviva.org.br/2009/10/como-colaborar-com-a-coleta-de-jornal/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniele</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[A reciclagem ou reaproveitamento de materiais descartados na natureza como matéria-prima para fabricação de um novo produto traz inúmeras vantagens ao meio ambiente. Atualmente é um dos temas mais discutidos em todo mundo, não só por ambientalistas, mas também por diversos segmentos da sociedade. Muitos são os materiais que podem ser reciclados como papel, vidro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_643" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-643" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/10/01-300x256.jpg" alt="FONTE: PACIÊNCIA VIVA" width="300" height="256" /><p class="wp-caption-text">FONTE: PACIÊNCIA VIVA</p></div>
<p>A reciclagem ou reaproveitamento de materiais descartados na natureza como matéria-prima para fabricação de um novo produto traz inúmeras vantagens ao meio ambiente. Atualmente é um dos temas mais discutidos em todo mundo, não só por ambientalistas, mas também por diversos segmentos da sociedade.</p>
<p>Muitos são os materiais que podem ser reciclados como papel, vidro, metal e plástico. O papel-jornal, por exemplo, é um item que pode ser reaproveitado e utilizado na produção de potes para plantio de mudas, caixas de ovos e até mesmo telhas.</p>
<p><span id="more-642"></span></p>
<p>Pessoas físicas, condomínios empresariais e todas as comunidades podem colaborar com a coleta seletiva de materiais recicláveis.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-644" title="GARAGEM" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/10/GARAGEM.bmp" alt="FONTE: PACIÊNCIA VIVA" width="282" height="222" /> No caso de condomínios empresariais,    os espaços ociosos como cantos de garagens, podem ser utilizados para o armazenamento destes resíduos sem comprometer a circulação de pessoas.</p>
<p>A utilização de “big-bags” é ideal para acondionar jornais e caixas plásticas são de grande utilidade para o armazenamento de outros materiais recicláveis.</p>
<p>Pessoas físicas também podem armazenar jornal em suas residências, e depois dirigir-se a um dos pontos de coleta instalados na própria ONG Paciência Viva e em centros de convergência como shoppings Salvador e Piedade.</p>
<p>COLABORE VOCÊ TAMBÉM!</p>
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		<title>Consumo verde: Eco-friendly como estilo de vida</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 14:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
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		<description><![CDATA[A mudança dos padrões de consumo exige uma transformação cultural do consumidor. Sabendo disso, pense em todas as coisas que você consumiu hoje, desde a hora em que saiu da cama até agora. Avalie: de onde vieram esses objetos? Você realmente precisa deles? Durante a produção, houve algum cuidado para reduzir desperdícios? E mais: quantos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_546" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-546" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/10/welcome-por-santinha2-225x300.jpg" alt="Foto: Santinha" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Santinha</p></div>
<p style="text-align: justify;">A mudança dos padrões de consumo exige uma transformação cultural do consumidor. Sabendo disso, pense em todas as coisas que você consumiu hoje, desde a hora em que saiu da cama até agora. Avalie: de onde vieram esses objetos? Você realmente precisa deles? Durante a produção, houve algum cuidado para reduzir desperdícios? E mais: quantos litros de combustível tiveram de ser queimados no transporte? Esse tipo de pergunta deve fazer parte de todo ato de consumo consciente, consumo responsável, consumo verde ou eco-friendly.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span id="more-538"></span>Fabricantes de automóveis como, General Motors, a Fiat e Toyota, estão investindo em carros elétricos por conta da crise financeira por conseqüência das ações da sociedade de consumo. Os carros são uma resposta para a certeza de que o colapso chegará, e com tudo, para mercados que ignorem a importância da sustentabilidade para o planeta.  No Brasil, um terço de tudo o que se compra vai direto para o lixo. De acordo como Instituto Akatu, de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Henry Wilians Rizzardi, diretor da AFG, empresa que está instalando filial na Bahia, com foco em energias alternativas, crédito de carbono e desenvolvimento limpo, acredita que a tendência seja, a solidificação do mercado verde e da consciência verde no Brasil e no mundo. A idéia,  não como necessidade e sim como estilo de vida, já toma conta de discussões em todo planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">A artista plástica Denise Noronha, 48, especializada em ecovilas recomenda a mudança como incentivo para que as indústrias percebam que a transformação, nesses padrões de consumo è necessária ao bem estar comum.  Robson Oliveira, 50, fotógrafo e cientista coordena o Floresta Mobile, um projeto que recicla restos de madeireiras maranhenses e cearenses e transforma esse material em móveis de alto design.</p>
<div id="attachment_541" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-541" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/10/móveis-sustentáveis-por-santinha-300x253.jpg" alt="Foto: Santinha" width="300" height="253" /><p class="wp-caption-text">Foto: Santinha</p></div>
<p style="text-align: left;">Como um dos modelos, a poltrona Kyoto que virou símbolo da Unesco por ser o produto que garante a segurança alimentar de moradores do campo, ao mesmo tempo em que proporciona a baixa das emissões de carbono.  Salvador já possui uma cooperativa que colabora com o consumo consciente.</p>
<p style="text-align: justify;">A Colivre (Cooperativa de Tecnologias Livres) que fica no bairro do Canela, em Salvador e acaba de lançar a rede social colaborativa Noosfero. Programa que já foi traduzido para outras línguas como francês, inglês, português e armeno. Os benefícios em relação a outras redes sociais são a autonomia sobre o potencial da ferramenta e, do ponto de vista político, a não-colaboração com corporações comerciais que captam gratuitamente informações dos usuários para vender a outras empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">A designer de moda e educadora Alethea Yf, 35 sonha com o dia em que todas as roupas serão produzidas de forma socialmente justa – ou seja, com matéria-prima ecológica, respeito aos trabalhadores envolvidos, redução de poluição no processo e nos deslocamentos necessários para as peças chegarem ao consumidor final. Ela ajudou a coordenar uma confecção totalmente responsável em Salvador. Porém,  o mercado local não conferiu sustentabilidade econômica ao projeto da marca Toca. Mas Aletha não desiste. Produz roupas com dupla função. Exemplo disso é o vestido-saia que pode ser utilizado das duas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja consciente, também no lazer. Evite jogar lixo na areia da praia. Sacolas, embalagens de plástico e pontas de cigarro, latas de alumínio e palitinhos são os objetos mais encontrados nas areias das praias (os dados foram constatados pelo Interact Club de Lauro de Freitas. O grupo têm feito limpeza na areia do Porto da Barra e da Praia do Surfe, em Villas do Atlântico). Esses materiais são levados pela maré podendo sufocar os peixes e outros animais que dependem da limpeza do habitat para viver. Na área de tecnologia, também é possível ter  consumo consciente.</p>
<div id="attachment_542" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-542" title="computadores por Leo.pire.to" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/10/computadores-por-Leo.pire.to-300x225.jpg" alt="Foto: leo.pire.to" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Foto: leo.pire.to</p></div>
<p>Softwares livres podem ser usados, copiados e alterados sem que sejanecessário pagar nada por isso. Optar por um software livre é uma atitude verde em muitos sentidos. Em primeiro lugar, significa eliminar gastos com deslocamentos e embalagens, já que esses programas estão disponíveis para download na internet. A medida também evita o descarte de máquinas antigas. Para uma melhor performance da máquina, muitas vezes, não é preciso trocar de computador, e sim de software. Em caso de grandes redes, também se podem ligar computadores antigos em um servidor mais potente, em vez de trocá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Desperdício de alimentos, gasto excessivo de água e energia e geração de lixo costumam estar presentes em qualquer cozinha. Mas é preciso muito pouco para mudar hábitos. O óleo usado em frituras, por exemplo, pode ser transformado em sabão para uso  doméstico. Luciano Hocevar, 48, engenheiro químico, fundou há seis anos uma empresa de reciclagem de óleo de soja e de dendê.</p>
<p style="text-align: justify;">A Renove recolhe o material em restaurantes, condomínios e outros empreendimentos, beneficia e vende para outras empresas, que o transformam em sabão, massa de vidraceiro, cosméticos e tintas. No site da ONG Paciência Viva você ainda encontra dicas de como colaborar no consumo consciente e estilizar a sua vida com a nova tendência do mercado. Sustentabilidade e consumo consciente.</p>
<p><strong>Fonte:  Revista Muito</strong></p>
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		<title>Reciclagem de vidro reduz custo de produção indústrial</title>
		<link>http://www.pacienciaviva.org.br/2009/09/reciclagem-de-vidro-reduz-custo-de-producao-industrial/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniele</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Especialistas não sabem definir o período exato do processo de decomposição do vidro, mas, acreditam que seja em torno de quatro mil anos.  A ABIVIDRO &#8211; Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro revela que a produção anual de vidro é de, aproximadamente, 2,1 milhões de toneladas divididas entre garrafas, frascos de perfumes, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_518" class="wp-caption alignleft" style="width: 287px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-518" title="vidros" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/09/vidros1-300x225.jpg" alt="Foto: Candy Haesbaert" width="277" height="208" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Especialistas não sabem definir o período exato do processo de decomposição do vidro, mas, acreditam que seja em torno de quatro mil anos.  A ABIVIDRO &#8211; Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro revela que a produção anual de vidro é de, aproximadamente, 2,1 milhões de toneladas divididas entre garrafas, frascos de perfumes, de produtos alimentícios, embalagens de remédios, além de peças de automóveis e imóveis que são adquiridos diariamente.</p>
<p><span id="more-516"></span>Cerca de 31,2% deste total são destinados à embalagens porém, somente 44%  destes recipientes produzidos no Brasil são recicláveis, sendo o restante descartado, reutilizado ou retornável. Essa realidade ainda não é a ideal, pois, o vidro é 100% reciclável podendo ser transformado em novas embalagens por diversas vezes, desde que haja o devido cuidado com o descarte do material.</p>
<p>Além de contribuir para a preservação do meio ambiente, a reciclagem do vidro representa uma boa vantagem econômica para as indústrias, já que reduz o gasto na aquisição de novas matérias-primas. Se você recicla 2 kg de vidro, produz a mesma quantidade novamente.</p>
<p>É preciso pensar na hora de consumir produtos e no momento de descarte dos mesmos para pôr em prática os três R’s: Reduzir, reaproveitar e reciclar. Dê preferência a vidros mais resistentes na construção civil e na compra de alimentos, prefira potes com maior volume e reaproveite o máximo que puder! Quando for descartar o material separe os que são recicláveis como, papeis, plásticos e vidros, limpe-os e leve-os a pontos de coleta. Faça sua parte pela qualidade de vida.</p>
<p><strong>Fonte: Jornal A Tarde</strong></p>
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		<title>Incecc e ONG Paciência Viva celebram parceria</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 14:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[A ONG Paciência Viva tem como mais novo parceiro do Instituto Corredor Ecológico Costa dos Coqueiros (Incecc), uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), que vem atuando desde 2005 na recuperação de áreas degradadas e ecossistemas do Litoral Norte, na região conhecida como Costa dos Coqueiros. O marco inicial dessa parceria será o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_459" class="wp-caption alignright" style="width: 295px"><img class="size-medium wp-image-459" title="reci013" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2009/09/reci013-300x225.jpg" alt="Foto: Reciclal S.A" width="285" height="214" /><p class="wp-caption-text">Foto: Reciclal S.A</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>A ONG Paciência Viva tem como mais novo parceiro do Instituto Corredor Ecológico Costa dos Coqueiros (Incecc), uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), que vem atuando desde 2005 na recuperação de áreas degradadas e ecossistemas do Litoral Norte, na região conhecida como Costa dos Coqueiros. O marco inicial dessa parceria será o plantio de árvores no bairro do Rio Vermelho, dentro de um projeto já existente para a formação de um corredor ecológico na área.</p>
<p><span id="more-460"></span></p>
<p>Segundo o diretor-superintendente da ONG Paciência Viva, Cláudio Deiró, o re-plantio é uma ação compensatória por conta da grande quantidade de árvores que foi derrubada para a construção dos ecossistemas urbanos, assim como a reciclagem diminui a quantidade de matéria-prima retirada da natureza. “A parceria entre a Paciência Viva e o Incecc, pioneiros em coleta seletiva e plantio de árvores na Bahia, é a união de duas ONGs em prol do desenvolvimento sustentável. Em ambos os casos, as ações de coleta seletiva e plantio de árvores contemplam a inclusão social, pela participação das comunidades envolvidas e proteção ao meio ambiente, respectivamente pelas ações de coleta seletiva e plantio,” afirma.</p>
<p>Além disso, o Inccec está testando um biopote para plantio de mudas, inicialmente feito com papelão e que futuramente será produzido com papel jornal pela ONG Paciência Viva. O biopote é um recipiente biodegradável, fertilizado para produção de mudas agrícolas, que não agride, nem polui o meio ambiente. Essa iniciativa contribuirá também para a geração de renda para catadores de materiais recicláveis com a comercialização de papel jornal e papelão. Segundo o diretor executivo do Incecc, Álvaro Oyama, a direção dessa parceria aponta para empresas dos setores privado e governamental, no sentido de fortalecer ações que visem à melhoria da remuneração das comunidades envolvidas: “Estamos testando o bio-pote de papelão e futuramente queremos ter contato com todas as cooperativas de recicláveis do Estado. Nossa expectativa é grande e esperamos que seja bem sucedida,” finaliza.</p>
<p><strong>Incecc -</strong> Formado pela parceria com empresas dos setores industrial e turístico, o Instituto Corredor Ecológico Costa dos Coqueiros (Incecc) tem como meta viabilizar o Programa Corredor Ecológico Norte da Bahia, visando conservar, recuperar e interligar as áreas de preservação ambiental do litoral norte do Estado, abrangendo, inicialmente, os municípios de Lauro de Freitas, Camaçari, Dias D´Ávila e Mata de São João. Atualmente conta com sete parceiros do segmento empresarial e turístico, que demonstram uma evidente preocupação com as questões relacionadas ao meio ambiente. Entre eles estão o Cofic, Cetrel, Bahia Pulp, Braskem, Sauípe S/A e Fazenda Praia do Forte que unem esforços para garantir a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável do litoral norte. O objetivo do instituto é também integrar os programas que vêm sendo desenvolvidos por cada um dos parceiros do Incecc dentro da concepção do corredor ecológico.</p>
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