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	<title>Ong Paciência Viva</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Prevenção e Desenvolvimento Sustentado Paciência Viva</description>
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		<title>Na Bahia, Dilma diz que país passou mais de 20 anos sem política habitacional</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 02:02:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao participar do lançamento das obras de urbanização em Camaçari (BA), a presidenta Dilma Rousseff disse que pelas duas décadas que antecederam o governo petista o país não teve uma política habitacional. Dilma enfatizou a importância da casa própria para as famílias brasileiras e disse que a orientação de seu governo é garantir esse direito. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao participar do lançamento das obras de urbanização em Camaçari (BA), a presidenta Dilma Rousseff disse que pelas duas décadas que antecederam o governo petista o país não teve uma política habitacional. Dilma enfatizou a importância da casa própria para as famílias brasileiras e disse que a orientação de seu governo é garantir esse direito.<br />
<span id="more-3179"></span><br />
&#8220;Sempre que venho entregar ou lançar uma obra do Minha Casa, Minha Vida, ou qualquer projeto que tenha ligação com qualquer obra de retirada de população de área de risco é um extremo orgulho. Neste país, uma das coisas mais importantes que nós mudamos é justamente a política habitacional. O Brasil passou mais de 20 anos sem ter uma política real de garantia da casa própria para sua população&#8221;, disse a presidenta.</p>
<p>Na semana passada, Dilma classificou de &#8220;barbárie&#8221; a reintegração de posse executada pela Polícia Militar de São Paulo, na ocupação de Pinheirinho, em São José dos Campos, município do Vale do Paraíba. O governo chegou a ser criticado pelo PSDB, que acusou o Planalto de tentar politizar o assunto.</p>
<p>Hoje, Dilma enfatizou que a obrigação do governo, dos governadores e dos prefeitos é garantir o direito à casa própria. &#8220;A casa é talvez a coisa mais importante para uma família. É onde se criam os filhos, onde se recebem os amigos&#8221;, disse a presidenta.</p>
<p>Após o lançamento do projeto na Bahia, Dilma embarca para uma viagem internacional. Pela primeira vez como presidenta da República, Dilma visitará Cuba e Haiti.</p>
<p>As informações são da Agência Brasil.</p>
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		<title>Iceberg em forma de dragão é fotografado na Antártida</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um iceberg com forma de dragão foi descoberto na Antártida, há duas semanas. Ele chamava a atenção entre outros blocos de gelo que o cercavam. À distância, o grupo que viu o iceberg pela primeira vez achou que ele se parecia com um polegar. Após se aproximar mais do bloco de gelo, os membros da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3172" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3172" title="120126_iceberg_dragao" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/120126_iceberg_dragao-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /><p class="wp-caption-text">Iceberg em forma de dragão foi fotografado na Antártica (Foto: Kseniia Maiukova)</p></div>
<p>Um iceberg com forma de dragão foi descoberto na Antártida, há duas semanas. Ele chamava a atenção entre outros blocos de gelo que o cercavam.</p>
<p>À distância, o grupo que viu o iceberg pela primeira vez achou que ele se parecia com um polegar. Após se aproximar mais do bloco de gelo, os membros da equipe perceberam que ele era mais semelhante a um dragão.<span id="more-3171"></span><br />
Fotografias do iceberg foram feitas pela russa Kseniia Maiukova, 28 anos, que não acreditou no que via quando avistou a silhueta do iceberg.</p>
<p>&#8220;Uma noite, dura</p>
<p>nte uma viagem turística, havia sete de nós em um barco zodíaco na baía, cercados por icebergs&#8221;, disse ela.</p>
<p>&#8220;Havia dezenas deles em torno de nós, todos com diferentes formas e tamanhos que eram incríveis de ver. Foi um sentimento muito difícil de descrever com palavras&#8221;.<br />
&#8220;Esse iceberg em forma de dragão atraiu meus olhos desde o início &#8211; na verdade, quase todos nós o percebemos de uma vez e c</p>
<p>omeçamos a fotografá-lo&#8221;, lembra Kseniia.</p>
<p>&#8220;No começo, nós pensamos que parecia um pouco com um polegar. Depois, quando nós voltamos para a terra, ficou claro para nós que ele tinha a forma exata de um dragão&#8221;.</p>
<p>Do G1</p>
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		<title>SP deixa de fornecer sacolas de plástico a partir de quarta-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Caixas de papelão e sacolas retornáveis serão opções em pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo Na quarta-feira, pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixarão de fornecer sacolas plásticas para seus clientes. Caixas de papelão e sacolas retornáveis são as opções mais comuns oferecidas pelas redes. Quem quiser, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3168" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><img class="size-medium wp-image-3168 " title="sacolas plásticas g1/Revista ReciclarJa" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/sacolas-plásticas-g1-300x187.jpg" alt="" width="270" height="168" /><p class="wp-caption-text">O acordo é voluntário por parte das redes, segundo o secretário local do Meio Ambiente</p></div>
<p><em>Caixas de papelão e sacolas retornáveis serão opções em pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo</em></p>
<p><em> </em>Na quarta-feira, pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixarão de fornecer sacolas plásticas para seus clientes. Caixas de papelão e sacolas retornáveis são as opções mais comuns oferecidas pelas redes. Quem quiser, também poderá adquirir sacolas biodegradáveis por cerca de R$ 0,20.<span id="more-3167"></span>A iniciativa de tirar as sacolas dos caixas é fruto de um acordo entre a Associação Paulista dos Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo. Preferiu-se esse caminho à adoção de uma lei. &#8220;Optamos pelo diálogo com o setor&#8221;, afirma o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas.</p>
<p>&#8220;O acordo é voluntário por parte das redes.&#8221; Ele recorda que algumas cidades, como Jundiaí, chegaram a aprovar legislações para proibir as sacolas, mas foram julgadas inconstitucionais. No caso de Jundiaí, a prefeitura assinou depois um acordo com os supermercados locais e obteve o resultado que não alcançara com a lei.</p>
<p>Para ambientalistas e gestores públicos, a medida tem um importante valor simbólico. Apesar de as sacolas só representarem uma pequena parcela do volume total de lixo descartado, têm o mérito de trazer para o cotidiano das pessoas a preocupação com a sustentabilidade, aponta Fernanda Daltro, gerente de consumo sustentável do Ministério do Meio Ambiente. &#8220;As pessoas aprenderão a separar o lixo seco do úmido, que é o que realmente precisa da sacola plástica para não fazer sujeira.&#8221;</p>
<p>O presidente da Plastivida, entidade que representa institucionalmente o setor dos plásticos, criticou a medida. &#8220;Essa lei foi aprovada por interesse econômico (dos supermercados) e não ambiental ou social.&#8221; Ele estima em R$ 500 milhões a economia das redes com a restrição. &#8220;Vão repassar essa economia para os clientes? Duvido.&#8221;</p>
<p>Ligia Korkes, gerente de Sustentabilidade do Grupo Pão de Açúcar &#8211; dono da rede homônima e do Extra -, afirma que o dinheiro obtido com a economia das sacolas plásticas e com a venda das sacolas retornáveis será revertido para ações de sustentabilidade do grupo.</p>
<p><strong><em>Com informações da Agência Estado</em></strong></p>
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		<title>Banco do Brasil inaugura agência ecoeficiente</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O Banco do Brasil inaugurou na última quinta-feita, 19,  a sua primeira agência ecoeficiente em São Paulo (SP). O projeto visa à economia de até 20% de energia elétrica e de até 30% de água, permitindo o uso racional dos recursos naturais.A localização da primeira agência ecoeficiente do BB foi escolhida em um dos bairros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3164" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3164" title="economia verde" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/economia-verde-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /><p class="wp-caption-text">A agência funcionará em caráter experimental e, ainda no primeiro semestre, será inaugurada a segunda agência ecoficiente, em Fortaleza (CE)</p></div>
<p>O Banco do Brasil inaugurou na última quinta-feita, 19,  a sua primeira agência ecoeficiente em São Paulo (SP). O projeto visa à economia de até 20% de energia elétrica e de até 30% de água, permitindo o uso racional dos recursos naturais.<span id="more-3163"></span>A localização da primeira agência ecoeficiente do BB foi escolhida em um dos bairros mais populosos de São Paulo: Pirituba. A agência já abre suas portas com 19 mil clientes e funcionará em caráter experimental. Ainda no primeiro semestre, será inaugurada a segunda agência ecoficiente, na região metropolitana de Fortaleza (CE), já com cerca de 33 mil clientes. Após o acompanhamento dos resultados, o Banco irá analisar a expansão do projeto.</p>
<p>Agência ecoeficiente: soluções em sustentabilidade Sistemas de geração alternativa de energia elétrica: sistema híbrido (energia da rede e células fotovoltaicas); Sistemas de uso racional da água: captação de água da chuva e tratamento das águas cinzas; Sistema de ar condicionado isento de gases nocivos ao ambiente e reaproveitamento da energia térmica utilizada para resfriamento do novo ar de ingresso; Maximização do desempenho térmico do edifício: telhado verde, jardim interno, paredes com tijolos de solo-cimento, isolamento térmico; Utilização de madeiras certificadas no mobiliário; Disponibilização de vagas preferenciais para veículos de baixa emissão, vagas para pessoas com deficiência e bicicletários; Infra-estrutura para sistema de coleta seletiva; Maximização de iluminação e ventilação natural;</p>
<p>Obra limpa, com controle e destinação dos recursos para reciclagem, utilização de tintas à base d’água e de uso de materiais de menor impacto ambiental na obra.</p>
<p><em><strong>Com informações da Assessoria de Imprensa BB/ VivoVerde/ Daiane Santana</strong></em></p>
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		<title>Cientistas devem participar mais ativamente das negociações climáticas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 01:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os modestos avanços na inclusão da agricultura nas rodadas de negociações da Convenção do Clima da ONU estão sinalizando a necessidade de a comunidade científica mundial contribuir efetivamente para o setor agrícola se adaptar às mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, diminuir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e aumentar a produtividade para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3153" title="urso-polar" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/urso-polar-300x294.jpg" alt="" width="300" height="294" />Os modestos avanços na inclusão da agricultura nas rodadas de negociações da Convenção do Clima da ONU estão sinalizando a necessidade de a comunidade científica mundial contribuir efetivamente para o setor agrícola se adaptar às mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, diminuir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e aumentar a produtividade para atender à crescente demanda mundial por alimentos. A avaliação foi feita por um grupo de cientistas de diversos países, com participação brasileira, em um artigo publicado na edição desta sexta-feira (20/1) na revista Science.</p>
<p><span id="more-3152"></span></p>
<p>Participam do artigo pesquisadores do Reino Unido, Índia, Austrália, México, França, Estados Unidos, China, Etiópia, África do Sul, Quênia, Vietnã e do Brasil, representado pelo secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Carlos Nobre. Nobre é pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG).</p>
<p>O principal autor do artigo é John Beddington, conselheiro científico chefe do governo do Reino Unido, que esteve no Brasil em maio de 2011. Na ocasião, Beddington fez uma apresentação em um workshop promovido pelo PFPMCG e participou da assinatura de um acordo de cooperação entre a Fapesp e as universidades de Nottingham e Southampton.</p>
<p>No artigo, os autores convocam os cientistas a assumir um papel mais relevante para apoiar as decisões nas negociações climáticas da ONU em 2012, assegurando que os participantes estejam informados, com dados claros, sobre como as mudanças climáticas põem em risco a segurança alimentar e o que pode ser feito para evitar uma catástrofe.</p>
<p>Na avaliação deles, a 17ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17), que ocorreu no final de 2011 em Durban, na África do Sul, representou um momento político muito oportuno para a criação de um programa de adaptação e mitigação dos impactos das mudanças climáticas na agricultura sob a direção do Órgão Subsidiário de Assessoramento Científico e Tecnológico (SBSTA, na sigla em inglês) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.</p>
<p>Durante o encontro, os países participantes se comprometeram a se engajar no estabelecimento de um acordo legal até 2015 que possibilite reduzir as emissões globais dos gases de efeito estufa e começar a discutir como incluir a agricultura nas negociações de clima por meio de ações setoriais. Entretanto, de acordo com os autores do artigo, as ações acordadas em Durban foram na linha da mitigação, seguida nas negociações da Convenção do Clima, que estão separadas das discussões sobre adaptação.</p>
<p>“Isso obscurece as oportunidades para a agricultura, que pode se beneficiar de ambos (a mitigação e adaptação) e leva à conclusão de que o foco na adaptação agrícola, que é uma prioridade para os países em desenvolvimento, será reduzido”, avaliaram. Com base nos obstáculos e oportunidades surgidas em Durban e nas recomendações lançadas em novembro pela Comissão para Agricultura Sustentável e Mudanças Climáticas – criada por cientistas de seis continentes em março de 2011 para desenvolver recomendações políticas e adaptar o setor agrícola para as pressões ambientais –, os autores sugerem no artigo áreas em que a comunidade científica poderia contribuir para avançar as negociações climáticas da ONU. Entre as áreas estão “silvicultura e agricultura”, “novos sistemas de informação”, “financiamento climático” e “ações nacionais”.</p>
<p>“São necessárias mais pesquisas integradas, com foco sobre práticas agrícolas sustentáveis apropriadas para diferentes regiões, sistemas de cultivo e paisagens, particularmente nos sistemas sociecológicos mais vulneráveis”, destacam. De acordo com os autores, o objetivo é conseguir um espaço seguro de operação, onde os agricultores possam produzir alimentos suficientes para atender às necessidades globais, adaptando-se às mudanças climáticas e minimizando o impacto ambiental da produção agrícola.</p>
<p>O artigo também aponta que os cientistas podem ajudar com a identificação de oportunidades robustas de pesquisa de adaptação e mitigação agrícola com recursos do Fundo de Adaptação às Mudanças Climáticas, do Protocolo de Kyoto, do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e do Fundo Verde para o Clima, que investirá U$$ 100 bilhões por ano para mitigação e adaptação às mudanças climáticas em países em desenvolvimento.</p>
<p>Os autores destacam no artigo algumas práticas agrícolas alternativas, desenvolvidas em diferentes regiões do mundo, que se mostram promissoras para reduzir as emissões de gases de efeito estufa ao mesmo tempo em que aumentam a produtividade. Eles também esboçam diversas sugestões para a Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e chamam os cientistas para começar a se envolver com a COP-18, que será realizada no final deste ano no Qatar. “Por meio da expansão do conhecimento de práticas agrícolas que podem proporcionar diversos benefícios e da ligação entre agricultura e silvicultura, os cientistas podem dar grandes contribuições para essas iniciativas”, concluíram.</p>
<p>Contribuição brasileira</p>
<p>Na avaliação de Carlos Nobre, diferentemente de outros países, a comunidade científica brasileira tem tido, historicamente, um papel fundamental nas negociações climáticas internacionais. “A audaciosa e inovadora posição brasileira apresentada na COP-15 em Copenhagen, em 2009, de voluntariamente estabelecer metas até 2020, resultando em reduções de emissões do país em relação a 2005, foi formulada com apoio e participação direta de cientistas brasileiros que integram a Rede Clima, do MCT, do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais e de diversas instituições científicas”, disse à Agência Fapesp,</p>
<p>Segundo ele, as pesquisas realizadas no país estão buscando entender o potencial impacto das mudanças climáticas na agricultura brasileira e buscar soluções de adaptação. Entretanto, o setor agropecuário é conservador em relação à introdução de inovações e novos paradigmas, como o da agricultura sustentável. “Hoje, diversas políticas públicas sinalizam nessa direção da agricultura sustentável e, eventualmente, o setor irá acelerar a introdução de práticas sustentáveis, incluindo a intensificação sustentável da produção. Isto é, o aumento da produtividade com redução de emissões e maior capacidade de adaptação às mudanças climáticas com menor impacto ambiental, especialmente sobre a biodiversidade”, afirmou.</p>
<p>Entre algumas das políticas públicas existentes no país para incentivar o setor agropecuário a reduzir as emissões de GEE, Nobre cita o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), lançado pelo Ministério da Agricultura há mais de um ano. O programa, que integra as iniciativas setoriais para que o país atinja as metas voluntárias de redução das emissões de GEE, disponibilizará R$ 2 bilhões para introdução de práticas sustentáveis e que reduzam as emissões de GEE pelo setor, como a integração da lavoura com a pecuária, plantio direto, recuperação de pastagens degradadas e fixação biológica de nitrogênio. Porém, até agora poucos agricultores utilizaram o recurso.</p>
<p>“Nota-se que o setor agrícola ainda demonstra alguma relutância em tomar esses créditos e mudar de paradigma de produção em alta escala. Porém, é certo que a melhor trajetória para agricultura brasileira é a da agricultura sustentável e, mais cedo ou mais tarde, o setor adotará essa postura”, previu Nobre.</p>
<p>As informações do Porta E</p>
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		<title>Deputado critica veto à regulamentação da atividade de catador de papel</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Relator da proposta que regulamentava as profissões de catador de materiais recicláveis e de reciclador de papel, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) lamentou a decisão da presidente Dilma Rousseff de vetar integralmente o texto aprovado na Câmara e no Senado. Na justificativa, Dilma afirma que as exigências previstas no texto podem representar obstáculos imediatos à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3148" title="catadores de latinhas" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/catadores-de-latinhas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Relator da proposta que regulamentava as profissões de catador de materiais recicláveis e de reciclador de papel, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) lamentou a decisão da presidente Dilma Rousseff de vetar integralmente o texto aprovado na Câmara e no Senado.<br />
<span id="more-3147"></span></p>
<p>Na justificativa, Dilma afirma que as exigências previstas no texto podem representar obstáculos imediatos à inclusão social e econômica desses profissionais.</p>
<p>Daniel Almeida, que recomendou a aprovação do texto na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, lembra que a proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), tramitou no Congresso durante quatro anos e, agora, o processo de regulamentação da profissão de catador “volta à estaca zero”. A proposta foi aprovada no<br />
ano passado.</p>
<p>O texto vetado pela presidente condicionava o exercício das profissões ao registro na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego. Para cadastrar-se, o catador deveria apresentar prova de identidade e comprovantes de conformidade com as obrigações eleitorais e o serviço militar.<br />
<strong><br />
Avanço prejudicado</strong><br />
Almeida argumenta que, se o projeto fosse sancionado, possíveisocorreções poderiam ser feitas num momento posterior, por meio de um novo projeto de lei ou de uma emenda, sem prejuízo do reconhecimento da profissão. “Não considero, portanto, que esse tenha sido o melho rremédio. Acho que, tendo uma lei, é mais fácil do que partir do zero.<br />
Qualquer legislação aprovada agora seria um passo adiante. Voltar à estaca zero não me pareceu o melhor encaminhamento.&#8221;</p>
<p>O deputado ressalta que a regulamentação da profissão de catador facilitará o acesso desses profissionais a políticas sociais, de qualificação e também à Previdência.</p>
<p><strong><br />
Posição dos catadores</strong><br />
O Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, que defende o veto presidencial, lembra que existem outros projetos em tramitação mais importantes para a categoria, como uma sugestão de iniciativa popular (05/11) que inclui os catadores como segurados especiais da Previdência Social.</p>
<p>O presidente da entidade, Eduardo Ferreira, explica que a lei tornaria o reconhecimento de direitos dos catadores mais burocrática. Ele lembra que parte das pessoas que atuam na área hoje está em situação de rua e não está organizada oficialmente em cooperativas ou organizações.</p>
<p>“O catador vai ter que se cadastrar, ter uma documentação que, às vezes, muitos catadores não têm. Fica uma coisa meio difícil”,argumenta Ferreira. Ele ainda lembra que o texto vetado ainda tornava obrigatória a venda do material recolhido pelos catadores para um  reciclador. “Isso não é legal, está fortalecendo os grandes atravessadores, não está fortalecendo os catadores”, ressalta.</p>
<p>Eduardo Ferreira afirma que os catadores consideram importante a regulamentação do exercício da atividade, mas não da forma como foi aprovada pelo Congresso.</p>
<p><strong>As informações são da Agência Câmara de Notícias</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>ANP vai incentivar uso de diesel menos poluente ao meio ambiente</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 18:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há duas semanas está no mercado nacional o novo diesel S-50 &#8211; com limite de 50 partes por milhão (ppm) de enxofre &#8211; menos poluente do que os demais combustíveis da mesma família. A utilização do diesel S-50 atende a uma demanda ambiental. O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Allan Kardec Duailibi, disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3144" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3144" title="LS9-production-plant-in-San-Francisco-California" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/LS9-production-plant-in-San-Francisco-California-300x149.jpg" alt="" width="300" height="149" /><p class="wp-caption-text">Produção do Diesel ( Foto: Reprodução)</p></div>
<p>Há duas semanas está no mercado nacional o novo diesel S-50 &#8211; com limite de 50 partes por milhão (ppm) de enxofre &#8211; menos poluente do que os demais combustíveis da mesma família. A utilização do diesel S-50 atende a uma demanda ambiental.<br />
<span id="more-3143"></span><br />
O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Allan Kardec Duailibi, disse em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, que foi ao ar no último dia 13, que três tipos de diesel são comercializados no Brasil. O esforço a partir de agora, entretanto, será no sentido de incentivar a venda do diesel S-50, menos poluente. Segundo ele, os veículos mais antigos também poderão utilizar o novo diesel. Já os novos serão fabricados para utilização somente dos combustíveis do tipo S-50.</p>
<p>O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, disse que já existem 1.200 postos associados com o novo diesel. “No Brasil, tem mais postos do S-50 do que veículos para consumir esse tipo de combustível, porque o uso efetivo de novos caminhões não será imediato. Ainda há muitos veículos acumulados no pátio [das montadoras]”, disse.</p>
<p>Ele acrescentou ainda que as expectativas do mercado são positivas, o que deverá colocar o Brasil no mesmo nível dos países desenvolvidos no que se refere à qualidade do combustível, utilizado em território nacional.</p>
<p>“Para chamar a atenção dos consumidores e dos [proprietários de] postos de combustíveis, a ANP distribuiu adesivos alertando o consumidor para quem pode abastecer usando o S-50. O Sindicom, também vai entregar cartilhas orientando os revendedores de combustíveis”, disse Duailibi.</p>
<p>A substituição do diesel mais poluente, definida em 2002 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), deveria ter entrado em vigor em 2009, mas só começou a sair do papel depois da intervenção da Justiça.</p>
<p>Para 2013, o acordo prevê a substituição do S-50 por uma versão de diesel com teor de enxofre ainda menor, o S-10, com limite de 10 ppm de enxofre.</p>
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		<title>Santander e Universia Brasil selecionam Práticas de Educação voltadas para a sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[As práticas selecionadas ganharão bolsas de estudos para um curso de Empreendedorismo nos Estados Unidos. O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários O Santander Universidades, em parceria com a Universia Brasil, promove o programa “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade” para os cursos de Administração e Economia.O programa tem como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<div id="attachment_3138" class="wp-caption alignleft" style="width: 241px"><em><img class="size-medium wp-image-3138" title="educacao_ambiental_mercadoetico" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/educacao_ambiental_mercadoetico-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /></em><p class="wp-caption-text">O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários que inserirem a temática da sustentabilidade nas disciplinas do currículo obrigatório</p></div>
<p><em>As práticas selecionadas ganharão bolsas de estudos para um curso de Empreendedorismo nos Estados Unidos. O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários</em></p>
<p>O Santander Universidades, em parceria com a Universia Brasil, promove o programa “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade” para os cursos de Administração e Economia.<span id="more-3137"></span>O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários que inserirem a temática da sustentabilidade nas disciplinas do currículo obrigatório a serem ministradas durante o primeiro semestre de 2012, desde que essas disciplinas não sejam exclusivamente sobre os temas de responsabilidade social e afins.</p>
<p>As práticas premiadas e divulgadas serão aquelas que estimulem os estudantes a fazerem conexões entre o tema central da disciplina, buscando soluções inovadoras para o ambiente de trabalho.</p>
<p>Os prêmios concedidos serão bolsas de estudo para o curso de Empreendedorismo na Babson College, nos Estados Unidos. <strong>As inscrições serão abertas em 26 de janeiro</strong> e as propostas devem ser encaminhadas para endereço eletrônico que ainda será divulgado.</p>
<p><em><strong>Fonte: Universia Brasil</strong></em></p>
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		<title>Debates da Rio+20 devem destacar economia verde como alternativa mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 22:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Conferência internacional sobre desenvolvimento sustentável acontece em junho no Brasil O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência Rio+20 &#8211; no Rio de Janeiro, que ocorrerá de 13 a 22 de junho &#8211; para destacar, como alternativa mundial, o desenvolvimento da economia verde por meio de incentivos à melhoria da qualidade de vida das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<div id="attachment_3135" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><em><img class="size-medium wp-image-3135" title="dilmaRousseff_Wilson Dias_ABr" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/dilmaRousseff_Wilson-Dias_ABr-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></em><p class="wp-caption-text">Pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros são esperados. O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência para destacar o desenvolvimento da economia verde</p></div>
<p><em>Conferência internacional sobre desenvolvimento sustentável acontece em junho no Brasil</em></p>
<p><em> </em>O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência Rio+20 &#8211; no Rio de Janeiro, que ocorrerá de <strong>13 a 22 de junho</strong> &#8211; para destacar, como alternativa mundial, o desenvolvimento da economia verde por meio de incentivos à melhoria da qualidade de vida das populações, erradicando a pobreza e estimulando a sustentabilidade.</p>
<p>Essa alternativa deve ser associada aos programas de transferência de renda, como os adotados no país, e aos números positivos da economia nacional.<span id="more-3134"></span>Pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros são esperados, além de 50 mil credenciados. Os demais números referentes às pessoas que trabalharão no evento – direta e indiretamente – e visitantes ainda estão sendo calculados.</p>
<p>Uma das preocupações do governo brasileiro é incluir essa determinação no documento final, no qual estarão definidas as metas para o desenvolvimento sustentável nas próximas duas décadas e que serão adotadas por todos os participantes da Rio+20.</p>
<p>A ideia é aprovar um documento como o definido pelas Nações Unidas, em 2000, quando foram estabelecidas as <strong>Metas do Milênio</strong>. No documento Metas do Milênio, da ONU (Organização das Nações Unidas), os objetivos se concentraram nos seguintes pilares: combate à fome e à pobreza, educação básica de qualidade para todos, igualdade entre sexos e valorização da mulher, redução da mortalidade infantil, melhoria da saúde das grávidas, combate à Aids e à malária, estímulo ao respeito ao meio ambiente e incentivo ao trabalho pelo desenvolvimento.</p>
<p>Os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Sarney, atual presidente do Senado, foram convidados a participar das discussões na conferência, a exemplo do que ocorreu em março do ano passado, durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.</p>
<p>A Rio+20 ocorre duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. O objetivo agora é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a economia verde e o desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.</p>
<p>A conferência conta com o apoio e o comando da ONU. O secretário-geral do encontro é o diplomata chinês Sha Zukang. A presidente da conferência é Dilma Rousseff.</p>
<p><strong><em>As informações são da Agência Brasil</em></strong></p>
<p><strong><em>Foto: Wilson Dias/ABr</em></strong></p>
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		<title>Filho de Bob Marley lança alto-falantes ecológicos para iPhone</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 13:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Rohan Marley, filho de Bob Marley, apresentou em evento de prévia da Consumer Electronic Show (CES) 2012, que ocorre entre os dias 10 e 13 de janeiro em Las Vegas, nos Estados Unidos, os novos alto-falantes e fones de ouvido da The House of Marley. Além da promessa de alta qualidade de som, os aparelhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3131" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-3131" title="img_3293" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/img_3293.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Rohan Marley mostra alto falante para iPhone que leva o nome de sua família na CES 2012 (Foto: Gustavo Petró/G1)</p></div>
<p>Rohan Marley, filho de Bob Marley, apresentou em evento de prévia da Consumer Electronic Show (CES) 2012, que ocorre entre os dias 10 e 13 de janeiro em Las Vegas, nos Estados Unidos, os novos alto-falantes e fones de ouvido da The House of Marley. Além da promessa de alta qualidade de som, os aparelhos são feitos de madeira ecológica.</p>
<p><span id="more-3129"></span></p>
<p>O principal aparelho é o &#8220;Bag of Rhythm&#8221; (&#8220;bolsa do ritmo&#8221;, em tradução), um alto-falante portátil em que é possível acoplar um iPhone ou iPod para poder escutar músicas em qualquer lugar. Feito de madeira sustentável, segundo a empresa, ele tem uma bolsa e alça de algodão. Além de recarregar os aparelhos, consegue reproduzir um som bastate alto e sem distorções. A previsão da The House of Marley é que o aparelho seja lançado em fevereiro nos EUA por US$ 300. Não há previsão de lançamento no Brasil, segundo executivo da companhia.</p>
<div id="attachment_3132" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3132" title="ces5-g1" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/ces5-g1-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" /><p class="wp-caption-text">Rohan Marley mostra alto-falante para iPhone que leva o nome de sua família na CES 2012 (Foto: Gustavo Petró/G1)</p></div>
<p>Outro alto-falante, este apresentado por Rohan Marley durante o evento, foi o &#8220;Get up Stand up&#8221;, nome de uma das músicas de Bob Marley. Custando US$ 300 e com previsão de venda para fevereiro, ele também é feito de madeira, mas a intenção é que estes alto falantes para iPhone e iPod fiquem na sala do usuário. Para quem não possui os aparelhos da Apple, o tocador tem entrada para outros dispositivos.</p>
<p><strong>As informações são do G1</strong></p>
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