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	<title>Ong Paciência Viva</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Prevenção e Desenvolvimento Sustentado Paciência Viva</description>
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		<title>Caatinga brasileira teve 16,57 mil km² desmatados em seis anos, o equivalente a onze cidades de SP</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 21:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou nesta terça-feira (2) que o total de caatinga desmatado no Brasil saltou de 43,38% em 2002 para 45,39% em 2008, o que significa que 16.576 km² de vegetação já foram extraídos. A área equivale a onze vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Entre 2002 e 2008, a taxa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_934" class="wp-caption alignleft" style="width: 429px"><img class="size-medium wp-image-934" title="Distribuição do desmatamento da caatinga em 2008" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/03/Distribuição-do-desmatamento-da-caatinga-em-2008-300x261.jpg" alt="" width="419" height="271" /><p class="wp-caption-text">Em verde, a vegetação; em bege, o desmatamento ocorrido antes de 2002; e em vermelho, os novos pontos de desmate (entre 2002 e 2008). Fonte: Ibama</p></div>
<p>O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou nesta terça-feira (2) que o total de caatinga desmatado no Brasil saltou de 43,38% em 2002 para 45,39% em 2008, o que significa que 16.576 km² de vegetação já foram extraídos. A área equivale a onze vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Entre 2002 e 2008, a taxa média de desmatamento foi de 2.763 km² por ano.</p>
<p>Segundo mapeamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a área da caatinga é de 826.411,23 km². A precisão na identificação dos desmatamentos foi de 98,4%. </p>
<p><span id="more-933"></span>Para o ministro, os números são &#8220;assustadores&#8221;. &#8220;É muito. Isso tem de ser reduzido&#8221;, disse. &#8220;Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia, se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga&#8221;.</p>
<p>Os Estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9.000 km² em seis anos. Em terceiro lugar veio o Piauí, com 2.586 km² no mesmo período.</p>
<p>Entre os municípios brasileiros que mais desmataram entre 2002 e 2008 estão Acopiara, Tauá, Boa Viagem e Crateús, no Ceará, Bom Jesus da Lapa, Campo Formoso, Tucano e Mucugê, na Bahia, e Serra Talhada e São José do Belmonte, em Pernambuco.</p>
<p>A desmatamento, segundo o ministério, provocou a emissão média de 25 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano durante esse período. </p>
<p>Minc destacou que o desmatamento da caatinga é pulverizado, o que torna mais difícil combatê-lo. Entre as principais causas do desmatamento da caatinga estão o uso da mata nativa para lenha e carvão e o avanço de polos agrícola e pecuário.</p>
<p>“Não haverá solução para a defesa da caatinga sem mudar a matriz energética, com o uso de energia eólica, de pequenas centrais hidrelétricas e do gás natural”, afirmou o ministro.</p>
<p>Segundo dados do ministério, a maior parte do carvão é usada em siderúrgicas de Minas Gerais e do Espírito Santo, no polo gesseiro e no cerâmico do Nordeste e também em pequenas indústrias que usam lenha e carvão. Outra fonte de desmatamento é a pecuária, principalmente a bovina, que está associada ao corte raso da caatinga.</p>
<p>O ministro informou ainda que, de amanhã (3) até sexta-feira (5), serão discutidas, simultaneamente em Juazeiro do Norte e em Petrolina (Pernambuco), soluções para combater o desmatamento e investir no uso sustentável da caatinga. Entre as medidas que serão defendidas está a criação do Fundo Caatinga, proposto pelo Banco do Nordeste do Brasil, e de um fundo de combate à desertificação, proposto pelo Banco do Brasil.</p>
<p>“Nós pleitearemos que o Fundo de Mudanças Climáticas, que tem R$ 1 bilhão, assinado pelo presidente Lula no final do ano passado, tenha metade de seu valor destinado ao Nordeste, região que será mais afetada pelas mudanças climáticas”, disse Minc.</p>
<p>A caatinga é um ecossistema existente apenas no Brasil e abrange os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e da Bahia, além do norte de Minas Gerais, ocupando 11% do território nacional. A flora desse bioma tem 932 tipos de plantas e a fauna, 148 mamíferos e 510 aves.</p>
<p>O ministério pretende mapear cinco biomas brasileiros &#8211; Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampa e Mata Atlântica - no prazo de um ano. As imagens devem apontar mudanças na cobertura vegetal do país.<br />
<em><br />
<strong>Fonte: UOL Notícias/Agência Brasil</strong></em></p>
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		<title>Transporte público deve ser prioridade nas cidades, defendem especialistas</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 20:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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O gerente de projetos da Secretaria Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, João Alencar Oliveira Júnior, afirmou que as metrópoles deveriam priorizar o transporte público a fim de possibilitar a melhoria da mobilidade urbana. A afirmação foi feita na última segunda-feira de fevereiro (22), durante reunião do Grupo de Trabalho Matriz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_925" class="wp-caption alignleft" style="width: 441px"><img class="size-medium wp-image-925" title="Ônibus híbrido em São Bernardo do Campo - Foto: Adamo Bazani" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/03/onibus-sp-t-300x183.jpg" alt="" width="431" height="212" /><p class="wp-caption-text">Ônibus híbrido com bateria elétrica e partida a diesel, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista</p></div>
<p>O gerente de projetos da Secretaria Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, João Alencar Oliveira Júnior, afirmou que as metrópoles deveriam priorizar o transporte público a fim de possibilitar a melhoria da mobilidade urbana. A afirmação foi feita na última segunda-feira de fevereiro (22), durante reunião do Grupo de Trabalho Matriz Energética para o Desenvolvimento com Equidade e Responsabilidade Socioambiental do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).</p>
<div class="mceTemp">“É fundamental repensar nas nossas necessidades de deslocamento na cidade e nas atividades econômicas na cidade, ou seja, fazer com que as pessoas necessitem menos se deslocar e se precisarem que as distâncias sejam curtas e que possa se fazer isso a pé ou de bicicleta”, acrescentou Alencar.</div>
<p><span id="more-921"></span>Ele destacou que para melhorar a mobilidade em São Paulo é preciso investimento maciço em transporte público, e que não se pode pensar na maior cidade do país dependendo apenas de transporte individual. “Esses engarrafamentos de 130 quilômetros, a persistir essa falta de investimento público, só tendem a se agravar. Na realidade, toda e qualquer ação no sentido da melhoria das condições de transporte devem ser aprumadas no transporte público”. Alencar ressaltou que é preciso criar meios para que os cidadãos não precisem se deslocar de cidades próximas à capital para trabalhar. </p>
<p><strong>Menos combustível</strong> </p>
<p>Já a conselheira do CDES, Esther Bemerguy, informou que o conselho já incluiu recomendações relacionadas ao transporte em sua carta de propostas sobre as melhorias na matriz energética do país. Uma delas é que se passe a dar maior incentivo ao transporte hidroviário, que usa menos combustível do que o transporte rodoferroviário. “Outra recomendação do conselho é a ênfase no transporte público e de preferência que seja poupador de combustível, que use cada vez menos diesel e gasolina”. </p>
<p>A terceira recomendação do CDES é que as cidades sejam pensadas para pouparem energia no que diz respeito ao deslocamento. “Isso engloba a questão das pessoas morarem próximas ao trabalho, que a escola dos filhos seja próxima ao local de moradia”. </p>
<p><strong>Planejamento</strong> </p>
<p>Bemerguy defendeu uma série de mudanças na organização dos municípios, com o objetivo de se criar uma cidade sustentável. “Queremos mostrar que o desenvolvimento urbano e da matriz de transporte adequado pode resultar também em forte economia e mitigação do dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>), explicou. </p>
<p>Segundo a conselheira, como as cidades já estão estruturadas de forma errada, as medidas para promover as melhorias são de médio e longo prazo. A solução para Bemerguy é que os municípios se planejem levando em consideração tal necessidade. </p>
<p>O secretário de Política Nacional de Transportes do ministério dos Transportes, Marcelo Perropato, adiantou que o governo está de acordo com as recomendações do conselho e que tem dado prioridade ao tema no Plano Nacional de Logística e de Transportes organizado pelo ministério. </p>
<p>“Isso significa trabalhar para expandir o setor ferroviário e hidroviário que são melhores economicamente e trazer um pouco do transporte rodoviário de longa distância para essas modalidades, o que não significa de nenhum modo tirar a prioridade do transporte rodoviário&#8221;, concluiu Perropato. </p>
<p><strong><em>Com informações do EcoDesenvolvimento</em></strong> </p>
</div>
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		<title>Minc discute mudança climática com lideranças do sistema Confea/Crea</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 21:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse na última terça-feira (23/2) que houve um avanço significativo da posição brasileira no que se refere à questão da mudança climática, mas que ainda há um enorme caminho a ser percorrido pelo país nesse sentido. &#8220;Não existe política de clima sem mudança de comportamento do cidadão, das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_913" class="wp-caption alignleft" style="width: 436px"><img class="size-full wp-image-913" title="Enchentes" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/02/Enchentes.jpg" alt="Segundo o ministro Minc, não existe política de clima sem mudança de comportamento do cidadão, das empresas, dos estados, municípios e do governo" width="426" height="294" /><p class="wp-caption-text">Segundo o ministro Minc, não existe política de clima sem mudança de comportamento do cidadão, das empresas, dos estados, municípios e do governo</p></div>
<p>O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse na última terça-feira (23/2) que houve um avanço significativo da posição brasileira no que se refere à questão da mudança climática, mas que ainda há um enorme caminho a ser percorrido pelo país nesse sentido. &#8220;Não existe política de clima sem mudança de comportamento do cidadão, das empresas, dos estados, municípios e do governo&#8221;, afirmou.</p>
<p>Minc abriu o painel &#8220;Mudanças Climáticas e COP 15 &#8211; Desafios e Compromissos do Brasil&#8221; promovido durante o 5º Encontro de Lideranças do Sistema Confea/Crea e Mútua, o conselho profissional de engenheiros, arquitetos e agrônomos, realizado no Hotel Nacional, em Brasília. Também participaram do painel o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, José Carlos Carvalho, o presidente da Mútua (Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea), José Wellingnton Costa e o jornalista Washington Novaes. </p>
<p><span id="more-912"></span>No evento, o ministro fez um balanço da Conferência de Mudança do Clima das Nações Unidas (COP 15), realizada em dezembro de 2009, em Copenhague. Segundo Minc, apesar dos resultados esperados não terem sido alcançados, já que os países ricos não apresentaram metas de redução de emissões de dióxido de carbono nem definiram recursos para a prevenção e o combate do problema, o Brasil assumiu um papel diferente de anos anteriores, tornando-se protagonista do tema para o resto do mundo.</p>
<p>O ministro lembrou que há dois anos nosso país sequer tinha uma Política Nacional de Mudança do Clima e que, agora, além da política, tem um Fundo Nacional sobre Mudança Climática, que prevê a utilização de R$ 1 bilhão anual para prevenir o problema. &#8220;Nós temos que resolver a questão da mudança do clima com um novo modelo, um modelo estruturado em outras bases econômicas, sociais, ambientais e de sustentabilidade&#8221;, disse Carlos Minc.</p>
<p>Durante a quinta edição do evento, organizado pelo Confea, que reuniu cerca de 500 lideranças e serviu para alinhar estratégias das ações dos profissionais da área para 2010, o ministro do Meio ambiente destacou a participação ativa do Sistema Confea/Crea no avanço da consciência ambiental e na luta por uma tecnologia limpa que garanta o progresso, proteja a saúde e reduza as emissões.</p>
<p><strong>Fonte: Secretaria Estadual do Meio Ambiente/Ministério do Meio Ambiente</strong></p>
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		<title>Empresa de painéis solares será primeira chinesa a patrocinar a Copa</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 20:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[A empresa Yingli Solar, uma das maiores fabricantes de painéis fotovoltaicos do mundo, será a primeira companhia chinesa a patrocinar a Copa do Mundo.
Segundo um anúncio feito pela Fifa e a própria empresa no início do mês, essa é também a primeira vez que uma companhia de energia renovável patrocina o evento.&#8220;Trata-se de um momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_908" class="wp-caption alignleft" style="width: 285px"><img class="size-full wp-image-908" title="PAINEIS SOLARES_Steve Marcus - Reuters" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/02/PAINEIS-SOLARES_Steve-Marcus-Reuters.jpg" alt="Yingli Solar, uma das maiores fabricantes de painéis fotovoltaicos, será a primeira companhia chinesa a patrocinar a Copa do Mundo" width="275" height="197" /><p class="wp-caption-text">Yingli Solar, uma das maiores fabricantes de painéis fotovoltaicos, será a primeira companhia chinesa a patrocinar a Copa do Mundo</p></div>
<p>A empresa Yingli Solar, uma das maiores fabricantes de painéis fotovoltaicos do mundo, será a primeira companhia chinesa a patrocinar a Copa do Mundo.</p>
<p>Segundo um anúncio feito pela Fifa e a própria empresa no início do mês, essa é também a primeira vez que uma companhia de energia renovável patrocina o evento.<span id="more-888"></span>&#8220;Trata-se de um momento histórico, nosso primeiro acordo com uma empresa de energias renováveis e o primeiro patrocinador chinês&#8221;, disse o presidente da FIFA, Joseph Blatter.</p>
<p>O presidente da Yingli Solar, Miao Liansheng, e o diretor de Marketing da Fifa, Thierry Well, selaram o acordo em Pequim. Os valores que constam em contrato não foram divulgados.</p>
<p>&#8220;Nos sentimos privilegiados por essa oportunidade e esperamos oferecer nossa experiência para ajudar a Fifa a, por meio do esporte, promover um meio ambiente mais verde&#8221;, disse Liansheng.</p>
<p>Pelo acordo, a firma chinesa se compromete também a fornecer painéis fotovoltaicos para 20 centros esportivos da África do Sul.</p>
<p><strong><em>As informações são da Efe, em Pequim</em></strong></p>
<p><!--noindex--><!--PRINT:EXCLUDE--></p>
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		<title>Meteorologistas alertam para Índice de Radiação Ultravioleta extremo</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 02:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[O Índice de Radiação Ultravioleta (IUV) previsto para este fim de semana no Recôncavo, Litoral Sul e Região Metropolitana de Salvador (RMS) deve permanecer entre 13 e 14, categoria considerada extrema pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O alerta foi dado nesta quinta-feira, 25, pelo Centro Estadual de Meteorologia do Instituto de Gestão das Águas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_902" class="wp-caption alignleft" style="width: 276px"><img class="size-full wp-image-902" title="dia de calor_GOOGLE IMAGE" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/02/dia-de-calor_GOOGLE-IMAGE.jpg" alt="De acordo com o Ingá, a população deve se precaver com o uso de protetor solar, óculos escuros, boné ou chapéu e roupas leves" width="266" height="240" /><p class="wp-caption-text">De acordo com o Ingá, a população deve se precaver com o uso de protetor solar, óculos escuros, boné ou chapéu e roupas leves</p></div>
<p>O Índice de Radiação Ultravioleta (IUV) previsto para este fim de semana no Recôncavo, Litoral Sul e Região Metropolitana de Salvador (RMS) deve permanecer entre 13 e 14, categoria considerada extrema pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>O alerta foi dado nesta quinta-feira, 25, pelo Centro Estadual de Meteorologia do Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá). O IUV mede a intensidade com que os raios solares atingem o organismo humano em uma escala que vai de 0 a 14.</p>
<p><span id="more-901"></span>Os meteorologistas alertam que o índice permanecerá extremo mesmo com céu encoberto. De acordo com o Ingá, a população deve se precaver com o uso de protetor solar, óculos escuros, boné ou chapéu e roupas leves.</p>
<p><strong>Previsão </strong></p>
<p>Ainda segundo o órgão, a previsão é de céu nublado a parcialmente nublado com chuvas moderadas a fracas, nas regiões Norte, Nordeste e Chapada Diamantina.</p>
<p>Já nas regiões Oeste e São Francisco, a umidade vinda da Amazônia e as altas temperaturas deixarão o céu com muitas nuvens e chuvas, que poderão ocorrer a qualquer hora.</p>
<p>Na região Sudoeste e nas demais áreas das regiões do Recôncavo e Sul, a previsão é de céu parcialmente nublado a claro com possibilidades de chuvas fracas em áreas isoladas.</p>
<p>As temperaturas mais altas, com máximas que devem variar entre 32°C e 35°C, estão previstas para as regiões Oeste, São Francisco, Norte e Nordeste. Já nas regiões da Chapada Diamantina e Sudoeste, as temperaturas devem ser mais amenas, com mínimas podendo chegar aos 20°C.</p>
<p><strong>Maré </strong></p>
<p>A maré alta deve variar de dois a 2,8 metros de altura, atingindo seus máximos por volta das 2h e das 14h. As alturas mínimas deverão ocorrer por volta de 8h e das 20h, com valores que devem variar entre zero e 0,4 metros.</p>
<p>A previsão de ondas indica que elas terão agitação fraca, com altura máxima chegando a 1,5 metros.</p>
<p><em><strong>Com informações do A Tarde On Line</strong></em></p>
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		<title>Ibama identifica 150 empresas fantasmas de compra e venda de madeira no Pará</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 02:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Pará identificou mais de 150 empresas fantasmas de comercialização de madeira e outros produtos florestais. O número é um dos resultados parciais da Operação Caça-Fantasma, que rastreia a cadeia produtiva florestal no Estado.
As empresas flagradas pelo Ibama forneciam informações falsas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_894" class="wp-caption alignleft" style="width: 435px"><img class="size-full wp-image-894" title="madeiras_caminhoes_apreendidos_pa_GOOGLE IMAGE" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/02/madeiras_caminhoes_apreendidos_pa_GOOGLE-IMAGE.jpg" alt="As placas dos veículos informados como responsáveis pelo transporte dos produtos florestais eram de carros de passeio e motos, e não de carretas ou caminhões como alegavam os compradores" width="425" height="298" /><p class="wp-caption-text">As placas dos veículos informados como responsáveis pelo transporte dos produtos florestais eram de carros de passeio e motos, e não de carretas ou caminhões como alegavam os compradores</p></div>
<p>A Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Pará identificou mais de 150 empresas fantasmas de comercialização de madeira e outros produtos florestais. O número é um dos resultados parciais da Operação Caça-Fantasma, que rastreia a cadeia produtiva florestal no Estado.</p>
<p><span id="more-893"></span>As empresas flagradas pelo Ibama forneciam informações falsas sobre planos de manejo e guias florestais para justificar a compra de madeira ilegal. As notas fiscais apresentadas aos fiscais eram de empresas que não existiam.</p>
<p>Em alguns casos, as placas dos veículos informados como responsáveis pelo transporte dos produtos florestais eram de carros de passeio e motos, e não de carretas ou caminhões como alegavam os compradores.</p>
<p>Com o esquema, as empresas conseguiam esquentar a madeira extraída ilegalmente como se fosse produto de manejo. Além de autuar os responsáveis, o Ibama cobra o estorno do produtos florestais comercializados com a fraude.</p>
<p>Os infratores terão que devolver 170 mil metros cúbicos de madeira, além de carvão e lenha. O total de produtos florestais seria suficiente para encher mais de 7,5 mil caminhões.</p>
<p>De acordo com o Ibama, a operação continuará por tempo indeterminado.</p>
<p><strong><em>Fonte: Folha Online/Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>O futebol da Paciência Viva é show de bola</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 23:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um mês de treinamento sob o comando de Roberto de Jesus da Rosa, o Beto, diretor de esporte da ONG Paciência Viva, meninos assistidos pelo Programa de Esportes da Organização sagraram-se campeões e vice-campeões do Torneio de Futebol de Areia Verão Coca-Cola. Participaram de três categorias – sub quinze, sub dezessete, sub vinte e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_890" class="wp-caption alignleft" style="width: 199px"><img class="size-full wp-image-890" title="bola-futebol" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/02/bola-futebol.jpg" alt="Os meninos assistidos pela Paciência Viva foram destaque no Torneio de Futebol de Areia Verão Coca-Cola" width="189" height="255" /><p class="wp-caption-text">Os meninos assistidos pela Paciência Viva foram destaque no Torneio de Futebol de Areia Verão Coca-Cola</p></div>
<p>Após um mês de treinamento sob o comando de Roberto de Jesus da Rosa, o Beto, diretor de esporte da ONG Paciência Viva, meninos assistidos pelo Programa de Esportes da Organização sagraram-se campeões e vice-campeões do Torneio de Futebol de Areia Verão Coca-Cola. Participaram de três categorias – sub quinze, sub dezessete, sub vinte e mostraram garra e capacidade.</p>
<p><span id="more-886"></span>Entusiasmado, Beto não escondia o orgulho de seus meninos e a satisfação com a estrutura oferecida nos jogos. “A competição foi muito boa, bem estruturada e organizada. Observamos muitos atletas promissores e um grupo de garotos da localidade da Vasco da Gama, Garibaldi, Alto da Sereia e Alto de Ondina muito bom de se trabalhar. Eles estão de braços abertos para esse tipo de trabalho social”, enfatizou o treinador.</p>
<p><strong>Destaques</strong><br />
Da equipe campeã no sub quinze, um dos destaques foi Wesley Santos da Rosa, artilheiro da competição com nove gols. Wesley é estudante da Escola Pública Euricles de Matos. Já Jean Santos consagrou-se como melhor defesa. Ele estuda no colégio Evaristo da Veiga, na Garibaldi.</p>
<p>Vice campeã na categoria sub dezessete, o time teve como destaque Nelito de Oliveira, autor de dez gols. Jonatan foi considerado como o melhor ala da competição.</p>
<p>Para completar o resultado super positivo, a garotada também foi vice campeã no sub vinte, ressaltando a atuação de Vinicius, considerado o goleiro menos vazado e o melhor da competição.</p>
<p>Com a humildade dos campões, Rosa afirmou ainda que os garotos comportaram-se muito bem nos treinos o que resultou na conquista de um campeonato e duas segundas posições. “A alta performance na competição justifica o patrocínio para a continuidade do nosso trabalho. Agora estamos de olho nos jogos a serem realizados no próximo mês&#8221;, afirmou Roberto de Jesus da Rosa, técnico das três categorias.</p>
<p>Os meninos receberam os troféus e ganharam também kits de bonés e camisetas. A realização dos treinamentos e jogos só foi possível graças a parceria e colaboração de comerciantes locais: AC Radiadores, Dogão, André Monteiro, além de Salbate Baterias. Os jogos aconteceram na praia de Jardim de Alá.<br />
 <br />
<strong>Equipe técnica:</strong><br />
<em>Treinadores:</em> Roberto de Jesus da Rosa, André Monteiro (cabeça), Jonhson.<br />
<em>Técnico das três categorias</em>: Roberto de Jesus da Rosa</p>
<p><strong><em>Fonte: Ascom/Paciência Viva</em></strong></p>
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		<title>Davos &#8220;verde&#8221; aposta em veículos menos poluentes</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Os organizadores do Fórum Econômico Mundial prometeram ajudar a &#8220;redesenhar&#8221; não só o sistema financeiro na reunião que começou nesta quarta-feira (27), mas também colaborar, a sua maneira, no combate à mudança climática.
A tradicional reunião que reúne todos os anos milhares de políticos, banqueiros e milionários quer ser &#8220;mais verde&#8221; neste ano, como diz o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_883" class="wp-caption alignleft" style="width: 276px"><img class="size-full wp-image-883" title="Forum Economico_DAVOS" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/01/Forum-Economico_DAVOS.jpg" alt="Fórum Econômico Mundial se comprometeu a ajudar a &quot;redesenhar&quot; o combate ao aquecimento global com carros menos poluentes." width="266" height="175" /><p class="wp-caption-text">Fórum Econômico Mundial se comprometeu a ajudar a &quot;redesenhar&quot; o combate ao aquecimento global com carros menos poluentes.</p></div>
<p>Os organizadores do Fórum Econômico Mundial prometeram ajudar a &#8220;redesenhar&#8221; não só o sistema financeiro na reunião que começou nesta quarta-feira (27), mas também colaborar, a sua maneira, no combate à mudança climática.</p>
<p>A tradicional reunião que reúne todos os anos milhares de políticos, banqueiros e milionários quer ser &#8220;mais verde&#8221; neste ano, como diz o adesivo colocado em vários pontos das instalações onde acontece a reunião de cinco dias, nos veículos que transportam os participantes e até nos ônibus urbanos desta localidade suíça.</p>
<p><span id="more-882"></span>Se em edições anteriores os veículos 4X4 pretos se destacavam nas ruas nevadas de Davos, assim como as limusines de vidros escuros, desta vez só são utilizados carros que emitam menos de 230 g/km de CO2 para transferir os convidados.</p>
<p>Os organizadores da reunião montaram &#8220;controles&#8221; nas ruas que levam ao centro de congressos, onde os veículos recebem o adesivo de &#8220;Davos mais verde&#8221; se cumprirem esse critério, e um adesivo laranja se não fazem isso.</p>
<p>No entanto, o alcance da medida parece pouco mais que simbólico, já que todos os veículos de distribuição de material, assim como aqueles com placas diplomáticas e alguns outros estão isentos de cumpri-la.</p>
<p>Também não foram afetados, como é natural, os helicópteros que transferem estes dias os políticos, empresários e banqueiros que chegam a Davos a partir do aeroporto de Zurique.</p>
<p>Os participantes mais &#8220;comuns&#8221; são incentivados a utilizar em seus deslocamentos pela cidade o transporte público ou as dezenas de caminhonetes que fazem ligação entre diversos pontos e o centro de congressos.</p>
<p>Para os jornalistas, que precisam se deslocar ao longo do dia várias vezes a partir do novo centro de imprensa, instalado este ano a cerca de 500 metros do lugar da reunião, o Fórum trouxe aproximadamente dez carrinhos de golfe elétricos.</p>
<p><strong><em>Informações: Folha On Line &#8211; Ambiente / EFE Davos</em></strong></p>
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		<title>Estudo: número de furacões pode dobrar até o fim do século</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 01:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de grandes furacões originados a cada ano no Oceano Atlântico pode dobrar até o final do século, como reação ao aquecimento global, de acordo com um estudo científico publicado recentemente. Uma equipe de pesquisadores especializados em furacões sugere que os danos de um número maior de furacões muito fortes &#8211; ou seja, das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_879" class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><img class="size-medium wp-image-879" title="Google Images" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/01/Google-Images-300x225.jpg" alt="A simulação mais detalhada demonstrou elevação de 80% na incidência das tempestades mais intensas - as de categoria quatro." width="290" height="215" /><p class="wp-caption-text">A simulação mais detalhada demonstrou elevação de 80% na incidência das tempestades mais intensas - as de categoria quatro.</p></div>
<p>O número de grandes furacões originados a cada ano no Oceano Atlântico pode dobrar até o final do século, como reação ao aquecimento global, de acordo com um estudo científico publicado recentemente. Uma equipe de pesquisadores especializados em furacões sugere que os danos de um número maior de furacões muito fortes &#8211; ou seja, das categorias quatro e cinco &#8211; devem compensar ou até exceder, em termos de efeitos totais, o declínio previsto no número de tempestades menos intensas.</p>
<p>Em 2008, uma equipe comandada por Thomas Knutson, do Laboratório de Dinâmica de Fluidos Geofísicos, em Princeton Nova Jersey, fez uma projeção de queda acentuada no número de tempestades tropicais e furacões gerados na porção oeste do Oceano Atlântico Norte.</p>
<p><span id="more-878"></span>O resultado do estudo do laboratório, que é parte da Administração Nacional da Atmosfera e Oceano (NOAA) dos Estados Unidos, se baseia em uma simulação sobre a atividade de furacões no Atlântico em uma situação de aquecimento mundial, e apanhou os cientistas de surpresa. Em busca de uma explicação, os estudiosos propuseram a hipótese de que a metade oeste do Oceano Atlântico poderia desenvolver condições menos favoráveis para tempestades, caso a ascensão das temperaturas marinhas de superfície mais ao sul venha a atrair tempestades originadas do Golfo do México e regiões adjacentes.</p>
<p>No entanto, dada sua resolução da ordem de 18 km, os modelos que a equipe utilizou em sua simulação inicial eram brutos demais para calcular dados sobre sistemas individuais de tempestades. Ao repetirem seus esforços, dessa vez com um modelo que oferecia resolução bastante superior, os cientistas encontraram uma alteração na distribuição de tempestades.</p>
<p>A simulação mais detalhada confirmou o declínio no número agregado de tempestades, mas também demonstrou elevação de 80% na incidência das tempestades mais intensas &#8211; as de categoria quatro, com ventos de 210 km/h a 249 km/h, e as de categoria cinco, com ventos superiores a 250 km/h.</p>
<p><strong>Força de tempestade</strong><br />
O estudo, conduzido por Morris Bender, cientista especializado em estudos atmosféricos no laboratório da NOAA, utilizou os mesmos 18 modelos de clima mundial empregados para o trabalho anterior, acompanhados por quatro novos modelos, a fim de simular as temperaturas de superfície no oceano e a atividade de tempestades no Atlântico, tomando por base o cenário de emissões futuras moderadas proposto para o século 21 em estudo do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática.</p>
<p>Com base nisso, eles começaram a avaliar as tempestades de maior interesse, gerando quadro mais detalhado sobre elas por meio de um modelo computadorizado para furacões desenvolvido pelo Serviço Material de Meteorologia, outra das divisões da NOAA, e observando seu comportamento ao longo do prazo simulado de cinco dias.</p>
<p>&#8220;Observar os modelos em escala maior revelou detalhes como os faixas de chuva nos furacões, seus padrões de movimentação vertical e a estrutura de separação entre as muralhas do furacão e a área central de calmaria&#8221;, disse Bender. &#8220;Acreditamos que um clima mais quente altere os padrões de movimentação vertical do vento, e que isso impedirá que muitas tempestades cresçam até atingir força de furacão. Mas em pequenas sub-regiões do Atlântico, o efeito pode não se aplicar, e as tempestades que percorrerem essas áreas têm grande probabilidade de se tornarem mais intensas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isso é importante porque, nos Estados Unidos, por exemplo, 80% dos danos são causados por tempestades da categoria três ou superior&#8221;, diz Kerry Emanuel, pesquisador de furacões no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).</p>
<p><strong>Modelando a incerteza</strong><br />
O padrão de oscilação do vento &#8211; a mudança espacial de direção e velocidade que ele sofre &#8211; deve se tornar mais acentuado caso o planeta se aqueça, o que inibiria a rotação ciclônica dos ventos, um efeito que alguns cientistas consideram possa vir a compensar o da elevação na temperatura marinha. A projeção de que acontecerão menos tempestades no Atlântico, mas com intensidade maior, bate com os resultados das pesquisas de outros grupos que empregaram modelos climáticos de alta definição a fim de estudar a atividade de furacões.</p>
<p>Emanuel, por exemplo, se concentrou no montante de energia que as tempestades liberam, a fim de projetar as mudanças na atividade de furacões. Alguns dos modelos que usou projetam forte elevação no poder de furacões do Oceano Atlântico, uma observação compatível com a dos estudos mais recentes da NOAA. Mas Knutson expressa certa cautela. Um dos quatro outros modelos que a equipe empregou para suas simulações mostra um decréscimo em todas as categorias de furacões, e ele diz que essa também deve ser considerada uma solução plausível.</p>
<p>&#8220;O que nos oferece confiança é que os nossos modelos reproduzem muito bem as observações históricas&#8221;, ele diz. &#8220;Mas continuamos a lidar com um problema que exibe alta incerteza inerente&#8221;.</p>
<p><em><strong>Fonte: Notícias Terra/Tradução: Paulo Migliacci ME</strong></em></p>
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		<title>Troca de livros entre alunos pode levar a uma economia de até 80%</title>
		<link>http://www.pacienciaviva.org.br/2010/01/troca-de-livros-entre-alunos-pode-levar-a-uma-economia-de-ate-80/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 23:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com listas que chegam a até 25 livros por ano, colégios particulares de São Paulo têm incentivado a troca e o reaproveitamento das obras entre os alunos. Em muitas escolas, as famílias economizam até R$ 800 nas feiras de troca, bazares e brechós. Além do aspecto financeiro, pais afirmam que a iniciativa ensina práticas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_873" class="wp-caption alignleft" style="width: 264px"><img class="size-full wp-image-873" title="montes_de_livros_GOOGLE IMAGES" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/01/montes_de_livros_GOOGLE-IMAGES.jpg" alt="Escolas particulares de São Paulo incentivam a prática, que também ensina sustentabilidade às crianças. Exemplo a ser seguido." width="254" height="179" /><p class="wp-caption-text">Escolas particulares de São Paulo incentivam a prática, que também ensina sustentabilidade às crianças. Exemplo a ser seguido.</p></div>
<p>Com listas que chegam a até 25 livros por ano, colégios particulares de São Paulo têm incentivado a troca e o reaproveitamento das obras entre os alunos. Em muitas escolas, as famílias economizam até R$ 800 nas feiras de troca, bazares e brechós. Além do aspecto financeiro, pais afirmam que a iniciativa ensina práticas de sustentabilidade desde a infância.</p>
<p>&#8220;Todos os livros que estão em boas condições a gente reaproveita, e eu ensino minha filha a não rasgar e rabiscar&#8221;, conta Luzia Bouzan Costa, mãe de uma aluna do Colégio Santa Maria, na zona sul da capital. Luzia afirma que 80% dos livros que a filha Cristina usará vieram do brechó. &#8220;Economizei cerca de R$ 500 com as trocas.&#8221; Apenas os livros de inglês, cujas respostas são escritas nas próprias folhas, não puderam ser reaproveitados.<br />
<span id="more-872"></span>Ela conta que atua como voluntária na organização dos encontros, que aos poucos têm ganhado adesão &#8211; em muitos colégios, a ideia das trocas surge nas associações de pais de alunos. &#8220;Na última semana de aula, pedimos para as mães trazerem os livros e os uniformes. Separamos o material e depois organizamos o brechó&#8221;, diz Kelly Cristina Soares, da associação de pais e mestres do colégio. Neste ano, foram trocados 664 livros no brechó.</p>
<p>Com um filho no quinto ano e outro no nono do Colégio Santa Amália, Cristina Maria Arguejo Lafasse diz que economizou mais de R$ 800 só nos livros deste ano. Com unidades em Santana (zona norte) e Tatuapé (zona leste), o colégio organizou a troca. &#8220;Com tantos gastos no começo de semestre, é um presente.&#8221; De seis livros didáticos que o filho mais novo usará, ela trocou cinco.</p>
<p>O presidente da associação de pais e mestres do Colégio Santa Amália, João Boani, de 51 anos, já teve três filhos ao mesmo tempo no colégio. Com a feira, ele conseguia conter os gastos das listas de material. &#8220;Eu trocava bastante, dava para economizar até R$ 1 mil&#8221;, lembra. No ano passado, a feira promoveu a troca de 200 livros.</p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Em tempos em que a questão ambiental é amplamente discutida, em algumas escolas a troca de livros serve para mostrar aos alunos um mundo mais sustentável. A Escola Viva, na zona sul, que já tinha o hábito de indicar sebos para os pais, utiliza o projeto Reviva Livro para conscientizar os alunos. &#8220;A mobilização é fundamental para conscientizar pais e alunos&#8221;, diz Marta Campos, coordenadora de comunicação do colégio. &#8220;É educação ambiental.&#8221;</p>
<p>Em outros colégios, são organizadas feiras em vez de trocas. O dinheiro arrecadado vai para um projeto assistencial. O Colégio Stance Dual, na Bela Vista, destina a verba da venda dos livros usados &#8211; que, na feira, custam entre R$ 10 e R$ 15 &#8211; para ajudar instituições.</p>
<p><strong><em>Fonte: Estadão | Simone Iwasso e Mariana Mandelli</em></strong></p>
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