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	<title>Ong Paciência Viva &#187; Sustentabilidade</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Prevenção e Desenvolvimento Sustentado Paciência Viva</description>
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		<title>SP deixa de fornecer sacolas de plástico a partir de quarta-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caixas de papelão e sacolas retornáveis serão opções em pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo Na quarta-feira, pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixarão de fornecer sacolas plásticas para seus clientes. Caixas de papelão e sacolas retornáveis são as opções mais comuns oferecidas pelas redes. Quem quiser, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3168" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><img class="size-medium wp-image-3168 " title="sacolas plásticas g1/Revista ReciclarJa" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/sacolas-plásticas-g1-300x187.jpg" alt="" width="270" height="168" /><p class="wp-caption-text">O acordo é voluntário por parte das redes, segundo o secretário local do Meio Ambiente</p></div>
<p><em>Caixas de papelão e sacolas retornáveis serão opções em pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo</em></p>
<p><em> </em>Na quarta-feira, pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixarão de fornecer sacolas plásticas para seus clientes. Caixas de papelão e sacolas retornáveis são as opções mais comuns oferecidas pelas redes. Quem quiser, também poderá adquirir sacolas biodegradáveis por cerca de R$ 0,20.<span id="more-3167"></span>A iniciativa de tirar as sacolas dos caixas é fruto de um acordo entre a Associação Paulista dos Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo. Preferiu-se esse caminho à adoção de uma lei. &#8220;Optamos pelo diálogo com o setor&#8221;, afirma o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas.</p>
<p>&#8220;O acordo é voluntário por parte das redes.&#8221; Ele recorda que algumas cidades, como Jundiaí, chegaram a aprovar legislações para proibir as sacolas, mas foram julgadas inconstitucionais. No caso de Jundiaí, a prefeitura assinou depois um acordo com os supermercados locais e obteve o resultado que não alcançara com a lei.</p>
<p>Para ambientalistas e gestores públicos, a medida tem um importante valor simbólico. Apesar de as sacolas só representarem uma pequena parcela do volume total de lixo descartado, têm o mérito de trazer para o cotidiano das pessoas a preocupação com a sustentabilidade, aponta Fernanda Daltro, gerente de consumo sustentável do Ministério do Meio Ambiente. &#8220;As pessoas aprenderão a separar o lixo seco do úmido, que é o que realmente precisa da sacola plástica para não fazer sujeira.&#8221;</p>
<p>O presidente da Plastivida, entidade que representa institucionalmente o setor dos plásticos, criticou a medida. &#8220;Essa lei foi aprovada por interesse econômico (dos supermercados) e não ambiental ou social.&#8221; Ele estima em R$ 500 milhões a economia das redes com a restrição. &#8220;Vão repassar essa economia para os clientes? Duvido.&#8221;</p>
<p>Ligia Korkes, gerente de Sustentabilidade do Grupo Pão de Açúcar &#8211; dono da rede homônima e do Extra -, afirma que o dinheiro obtido com a economia das sacolas plásticas e com a venda das sacolas retornáveis será revertido para ações de sustentabilidade do grupo.</p>
<p><strong><em>Com informações da Agência Estado</em></strong></p>
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		<title>Banco do Brasil inaugura agência ecoeficiente</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco do Brasil inaugurou na última quinta-feita, 19,  a sua primeira agência ecoeficiente em São Paulo (SP). O projeto visa à economia de até 20% de energia elétrica e de até 30% de água, permitindo o uso racional dos recursos naturais.A localização da primeira agência ecoeficiente do BB foi escolhida em um dos bairros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3164" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3164" title="economia verde" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/economia-verde-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /><p class="wp-caption-text">A agência funcionará em caráter experimental e, ainda no primeiro semestre, será inaugurada a segunda agência ecoficiente, em Fortaleza (CE)</p></div>
<p>O Banco do Brasil inaugurou na última quinta-feita, 19,  a sua primeira agência ecoeficiente em São Paulo (SP). O projeto visa à economia de até 20% de energia elétrica e de até 30% de água, permitindo o uso racional dos recursos naturais.<span id="more-3163"></span>A localização da primeira agência ecoeficiente do BB foi escolhida em um dos bairros mais populosos de São Paulo: Pirituba. A agência já abre suas portas com 19 mil clientes e funcionará em caráter experimental. Ainda no primeiro semestre, será inaugurada a segunda agência ecoficiente, na região metropolitana de Fortaleza (CE), já com cerca de 33 mil clientes. Após o acompanhamento dos resultados, o Banco irá analisar a expansão do projeto.</p>
<p>Agência ecoeficiente: soluções em sustentabilidade Sistemas de geração alternativa de energia elétrica: sistema híbrido (energia da rede e células fotovoltaicas); Sistemas de uso racional da água: captação de água da chuva e tratamento das águas cinzas; Sistema de ar condicionado isento de gases nocivos ao ambiente e reaproveitamento da energia térmica utilizada para resfriamento do novo ar de ingresso; Maximização do desempenho térmico do edifício: telhado verde, jardim interno, paredes com tijolos de solo-cimento, isolamento térmico; Utilização de madeiras certificadas no mobiliário; Disponibilização de vagas preferenciais para veículos de baixa emissão, vagas para pessoas com deficiência e bicicletários; Infra-estrutura para sistema de coleta seletiva; Maximização de iluminação e ventilação natural;</p>
<p>Obra limpa, com controle e destinação dos recursos para reciclagem, utilização de tintas à base d’água e de uso de materiais de menor impacto ambiental na obra.</p>
<p><em><strong>Com informações da Assessoria de Imprensa BB/ VivoVerde/ Daiane Santana</strong></em></p>
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		<title>Santander e Universia Brasil selecionam Práticas de Educação voltadas para a sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As práticas selecionadas ganharão bolsas de estudos para um curso de Empreendedorismo nos Estados Unidos. O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários O Santander Universidades, em parceria com a Universia Brasil, promove o programa “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade” para os cursos de Administração e Economia.O programa tem como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<div id="attachment_3138" class="wp-caption alignleft" style="width: 241px"><em><img class="size-medium wp-image-3138" title="educacao_ambiental_mercadoetico" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/educacao_ambiental_mercadoetico-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /></em><p class="wp-caption-text">O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários que inserirem a temática da sustentabilidade nas disciplinas do currículo obrigatório</p></div>
<p><em>As práticas selecionadas ganharão bolsas de estudos para um curso de Empreendedorismo nos Estados Unidos. O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários</em></p>
<p>O Santander Universidades, em parceria com a Universia Brasil, promove o programa “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade” para os cursos de Administração e Economia.<span id="more-3137"></span>O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários que inserirem a temática da sustentabilidade nas disciplinas do currículo obrigatório a serem ministradas durante o primeiro semestre de 2012, desde que essas disciplinas não sejam exclusivamente sobre os temas de responsabilidade social e afins.</p>
<p>As práticas premiadas e divulgadas serão aquelas que estimulem os estudantes a fazerem conexões entre o tema central da disciplina, buscando soluções inovadoras para o ambiente de trabalho.</p>
<p>Os prêmios concedidos serão bolsas de estudo para o curso de Empreendedorismo na Babson College, nos Estados Unidos. <strong>As inscrições serão abertas em 26 de janeiro</strong> e as propostas devem ser encaminhadas para endereço eletrônico que ainda será divulgado.</p>
<p><em><strong>Fonte: Universia Brasil</strong></em></p>
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		<title>Debates da Rio+20 devem destacar economia verde como alternativa mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 22:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conferência internacional sobre desenvolvimento sustentável acontece em junho no Brasil O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência Rio+20 &#8211; no Rio de Janeiro, que ocorrerá de 13 a 22 de junho &#8211; para destacar, como alternativa mundial, o desenvolvimento da economia verde por meio de incentivos à melhoria da qualidade de vida das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<div id="attachment_3135" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><em><img class="size-medium wp-image-3135" title="dilmaRousseff_Wilson Dias_ABr" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/dilmaRousseff_Wilson-Dias_ABr-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></em><p class="wp-caption-text">Pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros são esperados. O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência para destacar o desenvolvimento da economia verde</p></div>
<p><em>Conferência internacional sobre desenvolvimento sustentável acontece em junho no Brasil</em></p>
<p><em> </em>O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência Rio+20 &#8211; no Rio de Janeiro, que ocorrerá de <strong>13 a 22 de junho</strong> &#8211; para destacar, como alternativa mundial, o desenvolvimento da economia verde por meio de incentivos à melhoria da qualidade de vida das populações, erradicando a pobreza e estimulando a sustentabilidade.</p>
<p>Essa alternativa deve ser associada aos programas de transferência de renda, como os adotados no país, e aos números positivos da economia nacional.<span id="more-3134"></span>Pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros são esperados, além de 50 mil credenciados. Os demais números referentes às pessoas que trabalharão no evento – direta e indiretamente – e visitantes ainda estão sendo calculados.</p>
<p>Uma das preocupações do governo brasileiro é incluir essa determinação no documento final, no qual estarão definidas as metas para o desenvolvimento sustentável nas próximas duas décadas e que serão adotadas por todos os participantes da Rio+20.</p>
<p>A ideia é aprovar um documento como o definido pelas Nações Unidas, em 2000, quando foram estabelecidas as <strong>Metas do Milênio</strong>. No documento Metas do Milênio, da ONU (Organização das Nações Unidas), os objetivos se concentraram nos seguintes pilares: combate à fome e à pobreza, educação básica de qualidade para todos, igualdade entre sexos e valorização da mulher, redução da mortalidade infantil, melhoria da saúde das grávidas, combate à Aids e à malária, estímulo ao respeito ao meio ambiente e incentivo ao trabalho pelo desenvolvimento.</p>
<p>Os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Sarney, atual presidente do Senado, foram convidados a participar das discussões na conferência, a exemplo do que ocorreu em março do ano passado, durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.</p>
<p>A Rio+20 ocorre duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. O objetivo agora é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a economia verde e o desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.</p>
<p>A conferência conta com o apoio e o comando da ONU. O secretário-geral do encontro é o diplomata chinês Sha Zukang. A presidente da conferência é Dilma Rousseff.</p>
<p><strong><em>As informações são da Agência Brasil</em></strong></p>
<p><strong><em>Foto: Wilson Dias/ABr</em></strong></p>
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		<title>Degelo no Hemisfério Norte ameaça população de focas, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A reprodução das focas-harpa (Pagophilus groenlandicus) na região do Atlântico Norte está ameaçada devido ao afinamento do gelo sobre o mar, fenômeno provocado pela elevação da temperatura da Terra, aponta novo estudo divulgado nesta quinta-feira (5) e coordenado pela Universidade Duke, nos Estados Unidos. A investigação científica, publicada na revista PLoS One, afirma que desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3123" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3123" title="foca-harpa" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/foca-harpa-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text"> Exemplar de foca-harpa, encontrada na costa do Canadá e parte da Groelândia. Derretimento do gelo afeta reprodução da espécie</p></div>
<p>A reprodução das focas-harpa (Pagophilus groenlandicus) na região do Atlântico Norte está ameaçada devido ao afinamento do gelo sobre o mar, fenômeno provocado pela elevação da temperatura da Terra, aponta novo estudo divulgado nesta quinta-feira (5) e coordenado pela Universidade Duke, nos Estados Unidos.<br />
<span id="more-3122"></span><br />
A investigação científica, publicada na revista PLoS One, afirma que desde 1976 houve redução de 6% do gelo sazonal (que aparece no inverno) sobre o mar em quatro regiões classificadas como zona de reprodução das focas-harpa.</p>
<p>Outro ponto abordado pela pesquisa diz que o desaparecimento de placas de gelo mais estáveis elevou a taxa de mortalidade entre os filhotes nos últimos anos.</p>
<p>“A quantidade de mortes que temos visto no leste do Canadá é dramática”, disse David Johnston, cientista pesquisador do Laboratório de Vida Marinha da Universidade Duke. “Gerações inteiras devem desaparecer (&#8230;), basicamente todos os filhotes morrerão”, complementa.</p>
<p>Gelo essencial para reprodução<br />
As focas dependem do gelo estável no mar durante o inverno, pois consideram o local seguro para dar à luz e amamentar os filhotes, até que eles possam nadar e caçar por conta própria. Geralmente, as fêmeas procuram as camadas de gelo mais grossas e firmes, mais no interior da região do Ártico, e se adaptam até o derretimento dessas calotas, com a chegada da primavera.</p>
<p>“Como espécie, as focas estão bem adaptadas para lidar com mudanças naturais do clima. Mas nossa pesquisa sugere que esses animais não estão prontos para absorver efeitos de curto prazo, combinados com alterações climáticas e influências do homem, como a caça e a captura”, afirma Johnston.</p>
<p>Para avaliar os impactos cumulativos dos fatores climáticos sobre a população de focas-harpa, os pesquisadores analisaram imagens de satélite do gelo existente no Golfo de St. Lawrence entre 1992 e 2010 (uma região na costa leste do Canadá onde há reprodução desta espécie) e comparou com relatórios anuais que apontam o surgimento de focas mortas na região.</p>
<p>Essas análises revelaram que a maior mortalidade das crias ocorreu no Atlântico Noroeste, quando a cobertura do gelo foi mais leve e a Oscilação do Atlântico Norte (fenômeno climático que controla a intensidade e direção dos ventos, além das tempestades, sobre a formação do gelo marinho na região) foi mais fraca. “Isso mostra claramente que as populações de focas-harpa oscilam de acordo com as tendências climáticas”, afirma.</p>
<p>As informações são do G1</p>
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		</item>
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		<title>A arte que vem do papel: conheça o trabalho da artista baiana Luciana Muller</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 23:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De uma página dos classificados nasce uma rosa. Do caderno de cultura pode surgir uma máscara. Da seção de esportes, uma escultura. Da folha sem utilidade, um lápis, a decoração de natal,  esculturas, uma fantasia de carnaval Parece inacreditável, mas aquele jornal velho, cujo único destino costuma ser o lixo das grandes cidades, é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3065" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-3065 " title="D" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/PICT0411.jpg" alt="" width="288" height="384" /><p class="wp-caption-text">Caretas feitas com papel machê</p></div>
<p>De uma página dos classificados nasce uma rosa. Do caderno de cultura pode surgir uma máscara. Da seção de esportes, uma escultura. Da folha sem utilidade, um lápis, a decoração de natal,  esculturas, uma fantasia de carnaval Parece inacreditável, mas aquele jornal velho, cujo único destino costuma ser o lixo das grandes cidades, é a matéria prima essencial para desenvolver uma das maiores riquezas da humanidade:  a arte.</p>
<p>A técnica milenar do papel machê, de origem oriental e conhecida dos chineses há pelo menos dois séculos antes de Cristo, se destaca não só pelas imensas possibilidades de criação, como também por ser uma estratégia viável no caminho da sustentabilidade. Pensando na articulação desses pontos, a ONG Paciência Viva e a artista plástica Luciana Muller firmaram uma importante parceria para o reaproveitamento criativo do jornal usado. A ideia inicial é produzir objetos diversos que possam ter empregabilidade direta na vida cotidiana, introduzindo uma nova percepção sobre a funcionalidade do papel.<br />
<span id="more-3062"></span><br />
Para tratar sobre o trabalho que já desenvolve desde 2007 e conhecer um pouco mais sobre as perspectivas desta parceria,  entrevistamos Luciana e conferimos de perto algumas de suas criações. Nesta conversa, ela fala sobre os cuidados  e atenção no preparo de cada peça, os projetos futuros e, principalmente, sobre os impactos positivos que a reciclagem do papel pode adquirir na  contemporaneidade.<strong> Confira!</strong></p>
<p><strong>Quando você teve o primeiro contato a técnica do papel machê?</strong><br />
Eu conheci  a técnica com 12 anos na escola, nas aulas de educação artística. Fui crescendo, brincando com ele, mas sempre como uma coisa paralela às minhas atividades. Não existia nenhuma intenção de que usaria isso na minha vida futura, de que seria minha profissão.  Era uma grande brincadeira mesmo. Em 2007, foi quando eu realmente optei por fazer esse trabalho, de desenvolver arte com o jornal, esculturas, enfim.</p>
<p><strong>Como ocorreu essa reaproximação definitiva com este tipo de arte?</strong><br />
Antes eu fazia a administração hoteleira, cheguei a fazer  mestrado.Conclui em 2006 minha dissertação e comecei a busca por trabalho.Enquanto isso, comecei a relembrar as coisas que eu fazia antes mesmo de ingressar na universidade. Inevitavelmente, reapareceu  a técnica do papel marche. E a partir daí foi surgindo especialmente porque eu tinha a necessidade de trabalhar, de me movimentar mesmo.<br />
<strong><br />
<strong> </strong></strong></p>
<div id="attachment_3074" class="wp-caption alignleft" style="width: 268px"><strong><strong><strong><img class="size-full wp-image-3074  " title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/P2160102.jpg" alt="" width="258" height="267" /></strong></strong></strong><p class="wp-caption-text">Estátua de Gandhi</p></div>
<p><strong><strong> </strong>Você buscou  no começo alguma referência de outros trabalhos?</strong><br />
Naquele momento, não procurei saber quem fazia esse tipo de trabalho,como fazia, se era viável ou não. Eu fui retomando da minha maneira. Com a ajuda de alguns amigos foram surgindo os trabalhos. Não fiz curso de escultura, de artes plásticas. Tudo isso aqui é um trabalho de autodidata.<br />
<strong><br />
De que maneira ocorre a operacionalidade de seu trabalho?</strong><br />
A maioria dos jornais vem de doação de amigos, de vizinhos. Eles á sabem e colocam na porta. Sempre me ligam.  A divulgação que eu faço maior são nos meus trabalhos mesmo. Acredito que o grande salto de visibilidade ocorreu com trabalho que desenvolvi junto com a cantora Mariene de Castro, no Santo de Casa, na Barroquinha.  Tem o facebook que uso e também a divulgação dos amigos.</p>
<p>Quando me chega um boneco grande, eu não tenho condições de trabalhar sozinha. O preparo da massa demora e dá trabalho. Eu tenho que modelar a massa, depois de prepará-la, lixar, montar a peça, então preciso de alguém para me ajudar na parte mais pesada da coisa.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_3073" class="wp-caption alignleft" style="width: 282px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-3073 " title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/mascotes-do-vitória1.jpg" alt="" width="272" height="405" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Mascotes do Vitória feitos com papel machê</p></div>
<p><strong> </strong><strong>De uma maneira geral, como é o procedimento?</strong><br />
Eu pego o jornal e passo numa trituradora de papel. Deixo no molho,pelo menos 24horas. Em seguida eu bato no liquidificador. Eu faço uma polpa e tiro o excesso da água. Em seguida, eu volto para o liquidificador e trituro a polpa seca.  Ela vira uma farinha, um granulado. Feito isso eu adiciono a cola branca, um pouco de desinfetante e vou fazendo a massa.<br />
<strong><br />
O seu trabalho com as máscaras é algo muito marcante para quem está o conhecendo . De onde surgiu a ideia?</strong><br />
A primeira referência em relação aos caretas e as máscaras veio da minha infância. Minha mãe me levava para a Av. Carlos Gomes para ver o carnaval e tinham os grupos de careta, os mascarados.  Depois de algum tempo comecei a ver as manifestações aqui de grupos. Era uma coisa que sempre me chamou a atenção. Me despertou. Tinha uma coisa lúdica e um monte de coisas misturadas. E decidi aplicar a técnica na confecção destas peças.</p>
<p>Eu também passei uma parte da adolescência em Maragojipe. Vivi as festas populares da região. Trabalhei vendo caretas em Praia do Forte e em Lençóis. Tudo isso foi decisivo para esse interesse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Para ser careta é preciso mais do que usar a máscara?<br />
</strong><img class="size-full wp-image-3069 alignright" title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Caretas-LuO-Müller2.jpg" alt="" width="134" height="165" />Tem que ter um molejo,  alegria, zombaria e precisa incorporar isso mesmo. Brincar, dançar, tem o gestual específico. Como você não fala, o trabalho de abordagem precisa acontecer com eficiência. Não é só vestir a máscara, mas entender o contexto daquilo.</p>
<p><strong>O que mais chama a atenção no seu trabalho?</strong><br />
Eu adoro a reação das pessoas. É o grande barato. Tem gente que não pega, que não gosta, que diz que é feio, que é triste. Tem gente que gosta, que ama, que abraça. O careta extrapola as formas humanas. É o olho, a boca, as cores, ele não passa despercebido. Alguma coisa ele vai despertar. O fisgar do outro por um segundo é o que me fascina. É cutucar o outro.</p>
<p><strong>Como surgiu a ideia de produzir lápis?</strong><img class="alignleft size-full wp-image-3068" title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/P11104661.jpg" alt="" width="144" height="290" /><br />
O lápis era um técnica desenvolvida por universitários – creio que de Brasília- e ele  divulgaram. E como estou sempre pesquisando o trabalho com jornal, eu encontrei este. A partir daí também questionei que objetos funcionais poderiam ser feitos com o jornal. Com isso, conseguimos mostrar a funcionalidade do papel, além da própria reciclagem. Acredito inclusive que isto pode ir se adequando às necessidades da ONG. Assim também com os potes biodegradáveis.</p>
<p><strong>Qual a concepção ou conceito por trás da elaboração desses objetos ?</strong><br />
A princípio queremos que os objetos não estejam aí somente para substituir o plástico. Mas queremos diminuir a quantidade que você usa, eu acho que isso já é um grande avanço. Um pote de plástico em relação a uma ponte de biodegradável. Usar o plástico somente naquilo que é essencial. Usar os demais naquilo que é possível fazer um reposicionamento.</p>
<p><strong>É possível viver de arte em Salvador?</strong><br />
Trabalhar com arte em Salvador não é um fácil. É uma batalha considerável. Se eu ficasse só nas caretas ia ser mais difícil.Só que eu trabalho com os mascotes, o que permite maior abertura para o campo de atuação.</p>
<p><strong>Existe algum projeto que você pensa em tocar nos próximo anos?</strong></p>
<p>Eu tenho uma vontade muito grande de trabalhar com os bonecões. Não exatamente os modelos de Olinda. São bonecos grandes, mas com maior articulação. É o projeto que tenho aqui em mente. Penso em fazer exposição com os caretas também. Além disso, sempre tenho em mente fazer máscaras para o carnaval, colocar um grupo de caretas nas ruas.</p>
<p><strong>O que podemos esperar da parceria com a Paciência Viva?</strong></p>
<p>Eu acho que podemos esperar coisas muito legais. Soma e casa perfeitamente. A Paciência Viva é uma possibilidade de realizar sonhos. São objetos feitos de jornais que envolvem a reutilização, o repensar o papel, a consciência ambiental, uma cidade sustentável. É também a chance de viabilizar uma fonte de renda própria, de ampliar essa capacidade de atuação em Salvador.</p>
<p>A idéia é multiplicar. Fazer o povo conhecer, não é ficar para a gente. Além disso, quebraremos preconceitos, mostrando que o trabalho com o jornal pode ser algo esteticamente agradável, que pode gerar coisas belas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_3071" class="wp-caption alignleft" style="width: 294px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-3071 " title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/P11104461.jpg" alt="" width="284" height="346" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Potes biodegradáveis</p></div>
<p><strong>Você acredita que essa cooperação ajudará a cidade e a comunidade de alguma maneira?</strong><br />
Claro. Eu quero que essa parceria dê certo. Sabemos que ela vai incentivar a  coleta seletiva, vai gerar renda para as pessoas. A parceria é algo bacana. Isso de capacitar, de trabalhar com oficinas. A idéia é multiplicar mesmo. Queremos provocar mudanças no comportamento, novos olhares sobre velhos hábitos. Então, isso contribuirá com a cidade e com as pessoas daqui.</p>
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		<title>Desmatamento na Amazônia Legal cai 11%, diz Inpe</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 14:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, informou nesta segunda-feira (5) que o desmatamento na Amazônia Legal atingiu área de 6.238 quilômetros quadrados entre agosto de 2010 e julho de 2011, uma queda de 11% na comparação com o período de agosto de 2009 a julho de 2010. Essa é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3028" title="dilma620250" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/dilma620250.jpg" alt="A presidente DIlma Rousseff em reunião com os ministros Aloizio  Mercadante (Ciência e Tecnologia), Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e o  diretor do Inpe, Gilberto Câmara (Foto: Roberto Stuckert Filho )" width="434" height="175" /></p>
<p>O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, informou nesta segunda-feira (5) que o desmatamento na Amazônia Legal atingiu área de 6.238 quilômetros quadrados entre agosto de 2010 e julho de 2011, uma queda de 11% na comparação com o período de agosto de 2009 a julho de 2010.</p>
<p><span id="more-3025"></span><br />
Essa é a menor área desmatada no período desde que o sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal) começou a monitorar o desmatamento na região, em 1988, informou o Inpe.</p>
<p>Os dados foram divulgados no Palácio do Planalto, em Brasília, após os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e os presidentes do Inpe e do Ibama reunirem-se com a presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>A Amazônia Legal compreende áreas de nove estados &#8211; Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.</p>
<p>Conforme o Inpe, as informações foram coletadas pelo sistema Prodes, que usa 96 imagens que cobre 90% de toda a Amazônia. O Prodes estima a taxa anual e a extensão do desmatamento bruto e divulga na rede o banco de dados digital.</p>
<p>Entre os estados que encabeçam a lista dos maiores desmatadores, o Pará está em primeiro lugar, com 2.870 quilômetros quadrados de área desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011. Os únicos dois estados que registraram aumento da área em relação ao ano passado foram Mato Grosso (20% de crescimento) e Rondônia, que, em 2011, dobrou a área desmatada.</p>
<p>A situação particular de Rondônia – cuja área desmatada foi de 1.126 quilômetros quadrados no período – “precisa ser esclarecida”, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “Precisamos saber quais são as causas. Rondônia nunca experimentou dobrar o desmatamento”.</p>
<p>Para Aloizio Mercadante, os dois estados despertam preocupação por serem os únicos estados a terem aumento nos dados.</p>
<p>As informações são do G1.</p>
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		<title>Belo Monte é irreversível e só fará bem ao Brasil, diz Lobão</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 14:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, defendeu hoje (1º) a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte como &#8220;um projeto irreversível e que só trará vantagens ao Brasil e às populações que vivem na região&#8221;. Ele lembrou que o país precisa anualmente de acréscimo de 5% no potencial de geração de energia elétrica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3022" title="Lobão" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Lobão.jpg" alt="" width="300" height="225" />O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, defendeu hoje (1º) a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte como &#8220;um projeto irreversível e que só trará vantagens ao Brasil e às populações que vivem na região&#8221;. Ele lembrou que o país precisa anualmente de acréscimo de 5% no potencial de geração de energia elétrica para fazer frente às necessidades da população e das indústrias.<br />
<span id="more-3021"></span></p>
<p>Para o ministro, sem Belo Monte seria necessário construir usinas termelétricas movidas a óleo diesel ou à queima de carvão, &#8220;todas caríssimas e altamente poluentes de gás carbônico&#8221;. A geração hidráulica, no entanto, é uma energia limpa e sempre adotada em todo o mundo, quando os países dispõem de rios para que as turbinas das usinas funcionem, acrescentou Lobão, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, que foi ao ar nesta sexta-feira, com a participação de âncoras de rádio de todo o país. O programa é realizado pela EBC Serviços, sob a coordenação da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.</p>
<p>Edison Lobão assegurou que &#8220;nenhum indígena será prejudicado com a construção de Belo Monte, pois a aldeia mais próxima fica a 32 quilômetros da área que será inundada e outras a 500 e 800 quilômetros&#8221;. As populações que moram em áreas mais próximas da região a ser alagada vão ter residências construídas em outros locais, com assistência à saúde, à educação e serviço de saneamento básico. De acordo com ele, 5 mil famílias que atualmente vivem em pobreza absoluta na região terão condições dignas de acomodação.</p>
<p>Segundo o ministro, o potencial da energia que será gerada por Belo Monte representa 40% de toda a energia consumida atualmente pelas residências no país. Com ela, destacou, não voltará a ocorrer o racionamento compulsório de energia elétrica adotado em 2001 e 2002, quando a população teve que economizar 20% do consumo sob pena de estrangulamento do sistema.</p>
<p>Para Lobão, &#8220;todo o Brasil será beneficiado, pois o sistema de distribuição de energia é interligado, permitindo que deficiências de geração na Região Sul, por exemplo, possam ser supridas instantâneamente por fontes instaladas na Região Norte.</p>
<p>A Usina de Belo Monte será a terceira maior do mundo, atrás apenas da chinesa Três Gargantas e da Itaipu Binacional e dará empregos diretos e indiretos a até 50 mil trabalhadores. Lobão destacou que não entende &#8220;a campanha insidiosa que determinados segmentos fazem contra a construção, levando em conta que a obra só fará bem ao Brasil&#8221;.</p>
<p>O projeto está sendo discutido há 40 anos e foi redesenhado. A previsão inicial era que a usina utilizaria 1.230 quilômetros quadrados, mas, pelo projeto atual, ocupará área de 500 quilômetros quadrados.</p>
<p>As informações são da Agência Brasil.</p>
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		<title>Código Florestal poderá ser votado na terça-feira pelo Senado</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 01:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O plenário do Senado aprovou hoje (30) o requerimento de urgência para votação do novo Código Florestal. Com isso, o substitutivo do senador Jorge Viana (PT-AC) entrará na pauta de votações na terça-feira (6). Ontem (29), uma manobra do PSOL impediu a votação do requerimento, que possibilitaria a votação do projeto ainda nesta semana. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3018" title="codigo-florestal" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/11/codigo-florestal2.jpg" alt="Ambientalistas alertam para o risco com a preservação das florestas. " width="440" height="321" />O plenário do Senado aprovou hoje (30) o requerimento de urgência para votação do novo Código Florestal. Com isso, o substitutivo do senador Jorge Viana (PT-AC) entrará na pauta de votações na terça-feira (6). Ontem (29), uma manobra do PSOL impediu a votação do requerimento, que possibilitaria a votação do projeto ainda nesta semana.<br />
<span id="more-3014"></span></p>
<p>Se for aprovada, a matéria voltará para a Câmara dos Deputados, onde foi criada. Na Câmara, os deputados poderão acatar integralmente o texto do Senado, aceitar apenas algumas das alterações feitas por Viana, ou rejeitar completamente o substitutivo, retornando ao projeto original.</p>
<p>O mais provável, no entanto, é que o texto de Jorge Viana seja aprovado na Câmara, porque foi negociado com o governo e com a bancada ruralista. Apesar disso, ainda há polêmica em torno do substitutivo porque os ambientalistas consideram que o projeto da forma como está é prejudicial para a preservação ambiental.</p>
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		<title>Diplomacia sul-africana pode atrapalhar negociação na COP 17</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A cúpula climatica das Nações Unidas, que já promete pequenos avanços para cortar a emissão global de gases de efeito estufa, pode ainda ter outros problemas caso o país anfitrião, a África do Sul, não fortaleça a imagem internacional do encontro. As 190 nações que participam do encontro, que vai acontecer entre o fim de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2976" title="images" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/11/images.jpg" alt="Foto: Reprodução" width="128" height="117" />A cúpula climatica das Nações Unidas, que já promete pequenos avanços para cortar a emissão global de gases de efeito estufa, pode ainda ter outros problemas caso o país anfitrião, a África do Sul, não fortaleça a imagem internacional do encontro.<br />
<span id="more-2973"></span></p>
<p>As 190 nações que participam do encontro, que vai acontecer entre o fim de novembro e início de dezembro em Durban, tentam depois de anos conseguir um acordo forte para restringir a poluição no mundo.</p>
<p>Mas as expectativas de sucesso já são baixas para as negociações em torno do Protocolo de Kyoto, que expira no final de 2012, e é o principal marco desta tentativa de reverter o aumento da temperatura da Terra.</p>
<p>Conflitos diplomáticos<br />
Analistas esperam que as conversas em Durban gerem um plano para livrar o acordo da morte. Mas gafes diplomáticas do país anfitrião corroeram a confiança de se conseguir algum resultado na cúpula. O país esteve envolvido em polêmicas quando se manifestou favorável a posições da Líbia e da Costa do Marfim, além de ter proibido a visita do Dalai Lama para agradar a China, seu maior parceiro comercial.</p>
<p>Outro ponto importante é que África do Sul tem tensas relações com as principais potências ocidentais, que normalmente são fontes de recursos importantes de políticas globais, e estão cada vez mais relutantes em injetar dinheiro devido a preocupações com as dívidas da zona do Euro e dos Estados Unidos.</p>
<p>“Acho que eles (o governo sul-africano) têm tanto medo de liderar, que não conseguem um poder forte de articulação”, disse Ferrial Adam, do Greenpeace África. “Eles têm desempenhado um papel muito cauteloso. Eu acho que eles observaram o que aconteceu em Copenhague (2009) e não querem um desastre diplomático por aqui”, disse Adam.</p>
<p><em>As informações são do G1</em></p>
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