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	<title>Ong Paciência Viva &#187; Coleta Seletiva</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Prevenção e Desenvolvimento Sustentado Paciência Viva</description>
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		<title>SP deixa de fornecer sacolas de plástico a partir de quarta-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caixas de papelão e sacolas retornáveis serão opções em pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo Na quarta-feira, pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixarão de fornecer sacolas plásticas para seus clientes. Caixas de papelão e sacolas retornáveis são as opções mais comuns oferecidas pelas redes. Quem quiser, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3168" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><img class="size-medium wp-image-3168 " title="sacolas plásticas g1/Revista ReciclarJa" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/sacolas-plásticas-g1-300x187.jpg" alt="" width="270" height="168" /><p class="wp-caption-text">O acordo é voluntário por parte das redes, segundo o secretário local do Meio Ambiente</p></div>
<p><em>Caixas de papelão e sacolas retornáveis serão opções em pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo</em></p>
<p><em> </em>Na quarta-feira, pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixarão de fornecer sacolas plásticas para seus clientes. Caixas de papelão e sacolas retornáveis são as opções mais comuns oferecidas pelas redes. Quem quiser, também poderá adquirir sacolas biodegradáveis por cerca de R$ 0,20.<span id="more-3167"></span>A iniciativa de tirar as sacolas dos caixas é fruto de um acordo entre a Associação Paulista dos Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo. Preferiu-se esse caminho à adoção de uma lei. &#8220;Optamos pelo diálogo com o setor&#8221;, afirma o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas.</p>
<p>&#8220;O acordo é voluntário por parte das redes.&#8221; Ele recorda que algumas cidades, como Jundiaí, chegaram a aprovar legislações para proibir as sacolas, mas foram julgadas inconstitucionais. No caso de Jundiaí, a prefeitura assinou depois um acordo com os supermercados locais e obteve o resultado que não alcançara com a lei.</p>
<p>Para ambientalistas e gestores públicos, a medida tem um importante valor simbólico. Apesar de as sacolas só representarem uma pequena parcela do volume total de lixo descartado, têm o mérito de trazer para o cotidiano das pessoas a preocupação com a sustentabilidade, aponta Fernanda Daltro, gerente de consumo sustentável do Ministério do Meio Ambiente. &#8220;As pessoas aprenderão a separar o lixo seco do úmido, que é o que realmente precisa da sacola plástica para não fazer sujeira.&#8221;</p>
<p>O presidente da Plastivida, entidade que representa institucionalmente o setor dos plásticos, criticou a medida. &#8220;Essa lei foi aprovada por interesse econômico (dos supermercados) e não ambiental ou social.&#8221; Ele estima em R$ 500 milhões a economia das redes com a restrição. &#8220;Vão repassar essa economia para os clientes? Duvido.&#8221;</p>
<p>Ligia Korkes, gerente de Sustentabilidade do Grupo Pão de Açúcar &#8211; dono da rede homônima e do Extra -, afirma que o dinheiro obtido com a economia das sacolas plásticas e com a venda das sacolas retornáveis será revertido para ações de sustentabilidade do grupo.</p>
<p><strong><em>Com informações da Agência Estado</em></strong></p>
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		<title>Santander e Universia Brasil selecionam Práticas de Educação voltadas para a sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As práticas selecionadas ganharão bolsas de estudos para um curso de Empreendedorismo nos Estados Unidos. O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários O Santander Universidades, em parceria com a Universia Brasil, promove o programa “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade” para os cursos de Administração e Economia.O programa tem como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<div id="attachment_3138" class="wp-caption alignleft" style="width: 241px"><em><img class="size-medium wp-image-3138" title="educacao_ambiental_mercadoetico" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/educacao_ambiental_mercadoetico-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /></em><p class="wp-caption-text">O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários que inserirem a temática da sustentabilidade nas disciplinas do currículo obrigatório</p></div>
<p><em>As práticas selecionadas ganharão bolsas de estudos para um curso de Empreendedorismo nos Estados Unidos. O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários</em></p>
<p>O Santander Universidades, em parceria com a Universia Brasil, promove o programa “Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade” para os cursos de Administração e Economia.<span id="more-3137"></span>O programa tem como objetivo reconhecer e multiplicar o trabalho de professores universitários que inserirem a temática da sustentabilidade nas disciplinas do currículo obrigatório a serem ministradas durante o primeiro semestre de 2012, desde que essas disciplinas não sejam exclusivamente sobre os temas de responsabilidade social e afins.</p>
<p>As práticas premiadas e divulgadas serão aquelas que estimulem os estudantes a fazerem conexões entre o tema central da disciplina, buscando soluções inovadoras para o ambiente de trabalho.</p>
<p>Os prêmios concedidos serão bolsas de estudo para o curso de Empreendedorismo na Babson College, nos Estados Unidos. <strong>As inscrições serão abertas em 26 de janeiro</strong> e as propostas devem ser encaminhadas para endereço eletrônico que ainda será divulgado.</p>
<p><em><strong>Fonte: Universia Brasil</strong></em></p>
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		<title>Debates da Rio+20 devem destacar economia verde como alternativa mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 22:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conferência internacional sobre desenvolvimento sustentável acontece em junho no Brasil O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência Rio+20 &#8211; no Rio de Janeiro, que ocorrerá de 13 a 22 de junho &#8211; para destacar, como alternativa mundial, o desenvolvimento da economia verde por meio de incentivos à melhoria da qualidade de vida das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<div id="attachment_3135" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><em><img class="size-medium wp-image-3135" title="dilmaRousseff_Wilson Dias_ABr" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2012/01/dilmaRousseff_Wilson-Dias_ABr-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></em><p class="wp-caption-text">Pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros são esperados. O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência para destacar o desenvolvimento da economia verde</p></div>
<p><em>Conferência internacional sobre desenvolvimento sustentável acontece em junho no Brasil</em></p>
<p><em> </em>O governo brasileiro pretende aproveitar os debates da Conferência Rio+20 &#8211; no Rio de Janeiro, que ocorrerá de <strong>13 a 22 de junho</strong> &#8211; para destacar, como alternativa mundial, o desenvolvimento da economia verde por meio de incentivos à melhoria da qualidade de vida das populações, erradicando a pobreza e estimulando a sustentabilidade.</p>
<p>Essa alternativa deve ser associada aos programas de transferência de renda, como os adotados no país, e aos números positivos da economia nacional.<span id="more-3134"></span>Pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros são esperados, além de 50 mil credenciados. Os demais números referentes às pessoas que trabalharão no evento – direta e indiretamente – e visitantes ainda estão sendo calculados.</p>
<p>Uma das preocupações do governo brasileiro é incluir essa determinação no documento final, no qual estarão definidas as metas para o desenvolvimento sustentável nas próximas duas décadas e que serão adotadas por todos os participantes da Rio+20.</p>
<p>A ideia é aprovar um documento como o definido pelas Nações Unidas, em 2000, quando foram estabelecidas as <strong>Metas do Milênio</strong>. No documento Metas do Milênio, da ONU (Organização das Nações Unidas), os objetivos se concentraram nos seguintes pilares: combate à fome e à pobreza, educação básica de qualidade para todos, igualdade entre sexos e valorização da mulher, redução da mortalidade infantil, melhoria da saúde das grávidas, combate à Aids e à malária, estímulo ao respeito ao meio ambiente e incentivo ao trabalho pelo desenvolvimento.</p>
<p>Os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Sarney, atual presidente do Senado, foram convidados a participar das discussões na conferência, a exemplo do que ocorreu em março do ano passado, durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.</p>
<p>A Rio+20 ocorre duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. O objetivo agora é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a economia verde e o desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.</p>
<p>A conferência conta com o apoio e o comando da ONU. O secretário-geral do encontro é o diplomata chinês Sha Zukang. A presidente da conferência é Dilma Rousseff.</p>
<p><strong><em>As informações são da Agência Brasil</em></strong></p>
<p><strong><em>Foto: Wilson Dias/ABr</em></strong></p>
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		<title>A arte que vem do papel: conheça o trabalho da artista baiana Luciana Muller</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 23:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De uma página dos classificados nasce uma rosa. Do caderno de cultura pode surgir uma máscara. Da seção de esportes, uma escultura. Da folha sem utilidade, um lápis, a decoração de natal,  esculturas, uma fantasia de carnaval Parece inacreditável, mas aquele jornal velho, cujo único destino costuma ser o lixo das grandes cidades, é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3065" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-3065 " title="D" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/PICT0411.jpg" alt="" width="288" height="384" /><p class="wp-caption-text">Caretas feitas com papel machê</p></div>
<p>De uma página dos classificados nasce uma rosa. Do caderno de cultura pode surgir uma máscara. Da seção de esportes, uma escultura. Da folha sem utilidade, um lápis, a decoração de natal,  esculturas, uma fantasia de carnaval Parece inacreditável, mas aquele jornal velho, cujo único destino costuma ser o lixo das grandes cidades, é a matéria prima essencial para desenvolver uma das maiores riquezas da humanidade:  a arte.</p>
<p>A técnica milenar do papel machê, de origem oriental e conhecida dos chineses há pelo menos dois séculos antes de Cristo, se destaca não só pelas imensas possibilidades de criação, como também por ser uma estratégia viável no caminho da sustentabilidade. Pensando na articulação desses pontos, a ONG Paciência Viva e a artista plástica Luciana Muller firmaram uma importante parceria para o reaproveitamento criativo do jornal usado. A ideia inicial é produzir objetos diversos que possam ter empregabilidade direta na vida cotidiana, introduzindo uma nova percepção sobre a funcionalidade do papel.<br />
<span id="more-3062"></span><br />
Para tratar sobre o trabalho que já desenvolve desde 2007 e conhecer um pouco mais sobre as perspectivas desta parceria,  entrevistamos Luciana e conferimos de perto algumas de suas criações. Nesta conversa, ela fala sobre os cuidados  e atenção no preparo de cada peça, os projetos futuros e, principalmente, sobre os impactos positivos que a reciclagem do papel pode adquirir na  contemporaneidade.<strong> Confira!</strong></p>
<p><strong>Quando você teve o primeiro contato a técnica do papel machê?</strong><br />
Eu conheci  a técnica com 12 anos na escola, nas aulas de educação artística. Fui crescendo, brincando com ele, mas sempre como uma coisa paralela às minhas atividades. Não existia nenhuma intenção de que usaria isso na minha vida futura, de que seria minha profissão.  Era uma grande brincadeira mesmo. Em 2007, foi quando eu realmente optei por fazer esse trabalho, de desenvolver arte com o jornal, esculturas, enfim.</p>
<p><strong>Como ocorreu essa reaproximação definitiva com este tipo de arte?</strong><br />
Antes eu fazia a administração hoteleira, cheguei a fazer  mestrado.Conclui em 2006 minha dissertação e comecei a busca por trabalho.Enquanto isso, comecei a relembrar as coisas que eu fazia antes mesmo de ingressar na universidade. Inevitavelmente, reapareceu  a técnica do papel marche. E a partir daí foi surgindo especialmente porque eu tinha a necessidade de trabalhar, de me movimentar mesmo.<br />
<strong><br />
<strong> </strong></strong></p>
<div id="attachment_3074" class="wp-caption alignleft" style="width: 268px"><strong><strong><strong><img class="size-full wp-image-3074  " title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/P2160102.jpg" alt="" width="258" height="267" /></strong></strong></strong><p class="wp-caption-text">Estátua de Gandhi</p></div>
<p><strong><strong> </strong>Você buscou  no começo alguma referência de outros trabalhos?</strong><br />
Naquele momento, não procurei saber quem fazia esse tipo de trabalho,como fazia, se era viável ou não. Eu fui retomando da minha maneira. Com a ajuda de alguns amigos foram surgindo os trabalhos. Não fiz curso de escultura, de artes plásticas. Tudo isso aqui é um trabalho de autodidata.<br />
<strong><br />
De que maneira ocorre a operacionalidade de seu trabalho?</strong><br />
A maioria dos jornais vem de doação de amigos, de vizinhos. Eles á sabem e colocam na porta. Sempre me ligam.  A divulgação que eu faço maior são nos meus trabalhos mesmo. Acredito que o grande salto de visibilidade ocorreu com trabalho que desenvolvi junto com a cantora Mariene de Castro, no Santo de Casa, na Barroquinha.  Tem o facebook que uso e também a divulgação dos amigos.</p>
<p>Quando me chega um boneco grande, eu não tenho condições de trabalhar sozinha. O preparo da massa demora e dá trabalho. Eu tenho que modelar a massa, depois de prepará-la, lixar, montar a peça, então preciso de alguém para me ajudar na parte mais pesada da coisa.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_3073" class="wp-caption alignleft" style="width: 282px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-3073 " title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/mascotes-do-vitória1.jpg" alt="" width="272" height="405" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Mascotes do Vitória feitos com papel machê</p></div>
<p><strong> </strong><strong>De uma maneira geral, como é o procedimento?</strong><br />
Eu pego o jornal e passo numa trituradora de papel. Deixo no molho,pelo menos 24horas. Em seguida eu bato no liquidificador. Eu faço uma polpa e tiro o excesso da água. Em seguida, eu volto para o liquidificador e trituro a polpa seca.  Ela vira uma farinha, um granulado. Feito isso eu adiciono a cola branca, um pouco de desinfetante e vou fazendo a massa.<br />
<strong><br />
O seu trabalho com as máscaras é algo muito marcante para quem está o conhecendo . De onde surgiu a ideia?</strong><br />
A primeira referência em relação aos caretas e as máscaras veio da minha infância. Minha mãe me levava para a Av. Carlos Gomes para ver o carnaval e tinham os grupos de careta, os mascarados.  Depois de algum tempo comecei a ver as manifestações aqui de grupos. Era uma coisa que sempre me chamou a atenção. Me despertou. Tinha uma coisa lúdica e um monte de coisas misturadas. E decidi aplicar a técnica na confecção destas peças.</p>
<p>Eu também passei uma parte da adolescência em Maragojipe. Vivi as festas populares da região. Trabalhei vendo caretas em Praia do Forte e em Lençóis. Tudo isso foi decisivo para esse interesse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Para ser careta é preciso mais do que usar a máscara?<br />
</strong><img class="size-full wp-image-3069 alignright" title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Caretas-LuO-Müller2.jpg" alt="" width="134" height="165" />Tem que ter um molejo,  alegria, zombaria e precisa incorporar isso mesmo. Brincar, dançar, tem o gestual específico. Como você não fala, o trabalho de abordagem precisa acontecer com eficiência. Não é só vestir a máscara, mas entender o contexto daquilo.</p>
<p><strong>O que mais chama a atenção no seu trabalho?</strong><br />
Eu adoro a reação das pessoas. É o grande barato. Tem gente que não pega, que não gosta, que diz que é feio, que é triste. Tem gente que gosta, que ama, que abraça. O careta extrapola as formas humanas. É o olho, a boca, as cores, ele não passa despercebido. Alguma coisa ele vai despertar. O fisgar do outro por um segundo é o que me fascina. É cutucar o outro.</p>
<p><strong>Como surgiu a ideia de produzir lápis?</strong><img class="alignleft size-full wp-image-3068" title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/P11104661.jpg" alt="" width="144" height="290" /><br />
O lápis era um técnica desenvolvida por universitários – creio que de Brasília- e ele  divulgaram. E como estou sempre pesquisando o trabalho com jornal, eu encontrei este. A partir daí também questionei que objetos funcionais poderiam ser feitos com o jornal. Com isso, conseguimos mostrar a funcionalidade do papel, além da própria reciclagem. Acredito inclusive que isto pode ir se adequando às necessidades da ONG. Assim também com os potes biodegradáveis.</p>
<p><strong>Qual a concepção ou conceito por trás da elaboração desses objetos ?</strong><br />
A princípio queremos que os objetos não estejam aí somente para substituir o plástico. Mas queremos diminuir a quantidade que você usa, eu acho que isso já é um grande avanço. Um pote de plástico em relação a uma ponte de biodegradável. Usar o plástico somente naquilo que é essencial. Usar os demais naquilo que é possível fazer um reposicionamento.</p>
<p><strong>É possível viver de arte em Salvador?</strong><br />
Trabalhar com arte em Salvador não é um fácil. É uma batalha considerável. Se eu ficasse só nas caretas ia ser mais difícil.Só que eu trabalho com os mascotes, o que permite maior abertura para o campo de atuação.</p>
<p><strong>Existe algum projeto que você pensa em tocar nos próximo anos?</strong></p>
<p>Eu tenho uma vontade muito grande de trabalhar com os bonecões. Não exatamente os modelos de Olinda. São bonecos grandes, mas com maior articulação. É o projeto que tenho aqui em mente. Penso em fazer exposição com os caretas também. Além disso, sempre tenho em mente fazer máscaras para o carnaval, colocar um grupo de caretas nas ruas.</p>
<p><strong>O que podemos esperar da parceria com a Paciência Viva?</strong></p>
<p>Eu acho que podemos esperar coisas muito legais. Soma e casa perfeitamente. A Paciência Viva é uma possibilidade de realizar sonhos. São objetos feitos de jornais que envolvem a reutilização, o repensar o papel, a consciência ambiental, uma cidade sustentável. É também a chance de viabilizar uma fonte de renda própria, de ampliar essa capacidade de atuação em Salvador.</p>
<p>A idéia é multiplicar. Fazer o povo conhecer, não é ficar para a gente. Além disso, quebraremos preconceitos, mostrando que o trabalho com o jornal pode ser algo esteticamente agradável, que pode gerar coisas belas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_3071" class="wp-caption alignleft" style="width: 294px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-3071 " title="O" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/12/P11104461.jpg" alt="" width="284" height="346" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Potes biodegradáveis</p></div>
<p><strong>Você acredita que essa cooperação ajudará a cidade e a comunidade de alguma maneira?</strong><br />
Claro. Eu quero que essa parceria dê certo. Sabemos que ela vai incentivar a  coleta seletiva, vai gerar renda para as pessoas. A parceria é algo bacana. Isso de capacitar, de trabalhar com oficinas. A idéia é multiplicar mesmo. Queremos provocar mudanças no comportamento, novos olhares sobre velhos hábitos. Então, isso contribuirá com a cidade e com as pessoas daqui.</p>
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		<title>Menor emissão e sequestro de CO2: tecnologia a favor do planeta em debate no Agenda Bahia</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 12:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como um jogador que faz um gol contra e, depois, garante o título para a sua equipe no último minuto da partida, o setor do agronegócio é, ao mesmo tempo, o vilão e o herói na história do aquecimento global Parece pouco, mas os efeitos foram devastadores. Nos últimos 140 anos, a temperatura média [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Assim como um jogador que faz um gol contra e, depois, garante o título para a sua equipe no último minuto da partida, o setor do agronegócio é, ao mesmo tempo, o vilão e o herói na história do aquecimento global</em></p>
<p>Parece pouco, mas os efeitos foram devastadores. Nos últimos 140 anos, a temperatura média do planeta aumentou 0,76° C, de acordo com o mais recente estudo divulgado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), entidade que reúne cerca de 2.500 cientistas e técnicos de vários países. Os resultados dessa variação climática são impressionantes, com milhares de mortes causadas por inundações, secas, tempestades e ondas de calor, além da redução na oferta da água potável, elevação do nível dos oceanos e mudanças na produção dos alimentos.<span id="more-2796"></span>“Além dos componentes naturais, como erupções vulcânicas e as tempestades, o desmatamento acentuado e o uso desordenado da terra também são responsáveis por essas catástrofes e pelo aquecimento global”, explica Thelma Krug, pesquisadora titular do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e ex-secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>Confira reportagem na íntegra.<a href="http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/menor-emissao-e-sequestro-de-co2-tecnologia-a-favor-do-planeta-em-debate-no-agenda-bahia/" target="_blank"> Acesse</a>.<br />
<strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>As informações são do Correio da Bahia | Maria José Quadros e Luiz Francisco</em></strong></p>
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		<title>Aberta consulta pública para os Resíduos Sólidos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 12:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lançou dia 1º de setembro, a consulta pública para o Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Em evento promovido na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Natutrais Renováveis (Ibama), ela anunciou que serão realizadas sete audiências públicas: cinco regionais, uma nacional e outra pela internet.O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2794" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2794" title="lixao_katia messias_ag_atarde" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/09/lixao_katia-messias_ag_atarde-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /><p class="wp-caption-text">A meta mais ousada prevê o fim dos lixões a céu aberto em todo o território nacional, em 2014</p></div>
<p>A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lançou dia 1º de setembro, a <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&amp;codigo=6948" target="_blank">consulta pública</a> para o Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Em evento promovido na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Natutrais Renováveis (Ibama), ela anunciou que serão realizadas sete audiências públicas: cinco regionais, uma nacional e outra pela internet.<span id="more-2791"></span>O documento preliminar para a participação da audiência está no site do Ministério do Meio Ambiente desde o último dia  (05/09), pelo prazo mínimo de 60 dias, contados da data da sua divulgação. A primeira será realizada neste mês de setembro, no Estado do Mato Grosso do Sul, reunindo a região Centro-Oeste.</p>
<p>O objetivo é mobilizar a sociedade e apresentar conceitos, propostas e o papel do descarte adequado para um Brasil que pretende ser sustentável. A meta mais ousada é a estipulada para o dia 3 de agosto de 2014, que prevê o fim dos lixões a céu aberto em todo o território nacional</p>
<p><em><strong>As informações são do portal O Eco | Daniele Bragança</strong></em></p>
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		<title>Recicláveis poderão ser trocados por descontos na conta de luz</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 12:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Consumidores das comunidades de Massaranduba, Novos Alagados, Pernambués, Conjunto Jardim das Margaridas, Recanto Feliz e Paraíso Azul (Costa Azul) poderão trocar resíduos sólidos recicláveis por descontos na conta de energia. O benefício pode ser obtido até 3 de setembro, por meio do projeto Vale Luz Coelba, que também possibilita que os clientes substituam gratuitamente lâmpadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_2759" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><em><img class="size-medium wp-image-2759 " title="Lúcio Távora  Ag A Tarde" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/08/Lúcio-Távora-Ag-A-Tarde3-300x214.jpg" alt="" width="270" height="193" /></em><p class="wp-caption-text">Os descontos nas contas de luz serão dados por meio do projeto Vale Luz Coelba</p></div>
<p>Consumidores das comunidades de Massaranduba, Novos Alagados, Pernambués, Conjunto Jardim das Margaridas, Recanto Feliz e Paraíso Azul (Costa Azul) poderão trocar resíduos sólidos recicláveis por descontos na conta de energia. O benefício pode ser obtido até 3 de setembro, por meio do projeto Vale Luz Coelba, que também possibilita que os clientes substituam gratuitamente lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas e se cadastrem nos projetos Nova Geladeira – Doação Coelba e Tarifa Social de Energia.</p>
<p><span id="more-2751"></span>Serão recebidos plásticos, papéis e papelões, desde que não estejam sujos e molhados. Os metais recolhidos não devem ter areia, pedra ou materiais que comprometam a pesagem. O material será encaminhado à Camapet, cooperativa de coleta seletiva formada por jovens da comunidade de Novos Alagados.</p>
<p>O caminhão que recolherá os produtos recicláveis ficará nos bairros entre terça e sexta, das 9h às 15h30. No sábado, o horário de atendimento será das 8h30 às 11h.</p>
<p><strong>Tarifa social</strong></p>
<p><strong> </strong>O cliente que queira se cadastrar no Tarifa Social de Energia, benefício instituído em Lei Federal que concede descontos de até 65% na conta de luz de consumidores baixa renda, deverá levar o NIS (Número de Inscrição Social), documento de identificação com foto e CPF.</p>
<p>Além disso, os consumidores também poderão trocar gratuitamente lâmpadas incandescentes por até quatro lâmpadas fluorescentes compactas, mais econômicas, desde que apresentem a última conta de energia paga.<br />
<strong>| Serviço |</strong><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>ITINERÁRIO DO CAMINHÃO &#8211; SEMANA DE 29/08 a 03/09 :</strong><br />
Quarta-feira, 31/08: Novos Alagados &#8211; Travessa 1º de Novembro, nº. 90, Novos Alagados, Plataforma.<br />
Quinta-feira, 01/09: Pernambués &#8211; Rua Santa Veruza, nº. 108, Pernambués.<br />
Sexta-feira, 02/09: Jardim das Margaridas &#8211; Rua Joaquim Ferreira, nº. 1.157, Conjunto Residencial Recanto Jardim das Margaridas.<br />
Sábado, 03/09: Comunidades de Recanto Feliz e Paraíso Azul &#8211; Rua Professor Isaías Alves de Almeida, s/nº, Costa Azul.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>TABELA DE PREÇOS</strong> &#8211; Produtos / Valor por kg</p>
<p>PET: R$ 0,70<br />
SOPRO BRANCO: R$ 0,60<br />
SOPRO COLORIDO: R$ 0,55<br />
PAPELÃO: R$ 0,15<br />
PAPEL BRANCO: R$ 0,20<br />
PAPEL MISTO: R$ 0,10<br />
JORNAL: R$ 0,10<br />
REVISTAS: R$ 0,10<br />
LATINHA DE ALUMÍNIO: R$ 1,60<br />
FERRO: R$ 0,10<br />
PLÁSTICO DURO (Cadeiras, engradado, botijão de água mineral): R$ 0,60<br />
BALDE E BACIA: R$ 0,25</p>
<p><strong><em>Fonte: Jornal A Tarde</em></strong></p>
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		<title>“Não é só futebol, é conscientização”</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 17:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo o dia, de segunda à sexta, Roberto de Jesus da Rosa, 38 anos,  se dirige para a praia da Paciência, no Rio Vermelho, em Salvador, com um único objetivo: promover cidadania. Beto, como é conhecido na região, é um dos idealizadores e fundadores da ONG Paciência Viva, onde desde o começo dos anos 2000 comanda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_2746" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><strong><img class="size-medium wp-image-2746 " title="Equipe de Beach Soccer - campea 2011" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/08/Equipe-de-Beach-Soccer-campea-2011-300x180.jpg" alt="" width="270" height="162" /></strong><p class="wp-caption-text">De 15 a 18 de agosto último, no Rio Grande do Norte, a seleção baiana de futebol de areia sagrou-se campeã do Nordeste</p></div>
<p>Todo o dia, de segunda à sexta, Roberto de Jesus da Rosa, 38 anos,  se dirige para a praia da Paciência, no Rio Vermelho, em Salvador, com um único objetivo: promover cidadania. Beto, como é conhecido na região, é um dos idealizadores e fundadores da ONG Paciência Viva, onde desde o começo dos anos 2000 comanda a diretoria de esportes.</p>
<p>De 15 a 18 de agosto, no Rio Grande do Norte, Roberto, também à frente da seleção baiana de futebol de areia (beach soccer), sagrou-se campeão do Nordeste nesta modalidade esportiva. Na seleção, dois jogadores do Projeto Futebol &amp; Cidadania Viva da ONG: Ricardo Pitta e Nelito Oliveira Junior, esse último vice-artilheiro e revelação do torneio.</p>
<p>Mesmo colhendo excelentes resultados e tendo o reconhecimento nacional do bom trabalho desempenhado, Beto afirma que a falta de patrocinadores e de outros incentivos dificulta a manutenção e ampliação do projeto. É sobre esse e outros temas que tratamos nessa entrevista.<span id="more-2745"></span><strong>De que maneira você poderia traçar um panorama da situação do Projeto Futebol &amp; Cidadania Viva hoje?</strong></p>
<p>Nosso trabalho aqui, na Praia da Paciência, continua pela ONG. Estamos gerando bons resultados, a exemplo do que se verifica nas competições locais e nacionais, mas não temos nenhum grande apoio. O que hoje ajuda a manter nossas atividades é a parceria que temos com o Colégio Anglo Brasileiro. A escola fornece ajuda de custo para que eu possa seguir treinando os meninos e, em troca, oferecemos aulas sobre os fundamentos do futebol de areia para os jovens de lá. Uma vez por mês nos encontramos para promover esse intercâmbio.  Não participamos de todos os torneios que gostaríamos porque isso demanda gastos. Não viajamos muitas vezes por falta de recursos. Veja que nem a seleção baiana tem apoio. A situação é difícil especialmente porque o beach soccer não é um esporte olímpico, então não atrai o mesmo volume de investimento e interesse.</p>
<p><strong>O que representa para o Projeto ter dois atletas campeões baianos e um – Nelito – ter sido convocado para atuar na seleção brasileira sub-20?</strong></p>
<p>Com essas competições estamos tendo condições de mostrar o nosso trabalho, de dizer que treinamos e buscamos fazer a coisa certa. No caso desses dois atletas, é bastante empolgante e satisfatório não só para eles, mas, principalmente, para os demais que estão treinando. Serve de exemplo, de estímulo mesmo.</p>
<p><strong>Qualquer jovem pode participar do projeto na comunidade?</strong></p>
<p>Tentamos incorporar o máximo de jovens possíveis, mas, infelizmente, ainda não temos como atender todo mundo. No geral, o jovem tem que estar estudando e ter boa relação com a família e com a comunidade. Somos, no momento, cerca de 50 atletas em diferentes faixas etárias treinando aqui todos os dias. Em média duas horas de treino, mas sempre ficamos mais tempo. É uma tarde muito tranqüila, de recreação, de aprendizagem, de respeito e de educação.</p>
<p><strong>Por que praticar futebol de areia aqui e não em outra escolinha ou lugar?</strong></p>
<p>Aqui nosso grande diferencial é o trabalho socioambiental. Não é só futebol, é conscientização. Fazemos trabalho constante de educação ambiental. Limpamos a praia, tentamos levar a mudança para os hábitos dos alunos aqui e fora desse espaço também. Isso é diferente. Acho que essa integração e a vontade de fazer juntos é, inclusive, o que nos leva a títulos importantes em categorias de sub-12, sub-15,sub-17, sub-20 e no time adulto da Paciência. A gente não ganha dinheiro, mas o que me paga é estar aqui ajudando, contribuindo de alguma maneira. Não desisto do projeto. Isso aqui vai seguir.</p>
<p><strong>Quais as perspectivas do Projeto para o futuro?</strong></p>
<p>O principal é conseguir patrocínio. O material é caro e queremos ampliar nosso público. Temos que buscar pessoas que enxerguem no nosso trabalho uma atividade muito importante para o desenvolvimento desses jovens. Perceber que o fato de estarmos jogando futebol no final da tarde não é porque somos desocupados, mas porque queremos aprender, queremos mostrar o nosso trabalho. Perceber também que isso aqui é mais do que um simples treino, é um caminho que muda totalmente a vida dessas pessoas. Fora isso, queremos ampliar a parceria com a Associação Desportiva do Alto de Ondina com aulas de rúgbi.</p>
<p><strong><em> Ascom/Paciência Viva</em></strong></p>
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		<title>Paciência Viva participa de encontro no Congresso de Carreiras e Oportunidades</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 14:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última sexta-feira, dia 26 de agosto, a ONG Paciência Viva participou, no Centro de Convenções, em Salvador, do Congresso de Carreiras e Oportunidades. O evento, iniciado no dia 24, teve como proposta discutir a formação e capacitação das novas gerações bem como perspectivas para o futuro da cidade. Nesse sentido, a temática ambiental vinculada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2742" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2742 " title="congresso-Gilvan Nascimento" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2011/08/congresso-editada-Gilvan-Nascimento-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">No Congresso, da direita para a esquerda, Fabiano Mehmeri, Fátima Reis, Cláudio Deiró, Lucas Cohn e Rai Trindade, no stand do Salvador Shopping</p></div>
<p>Na última sexta-feira, dia 26 de agosto, a ONG Paciência Viva participou, no Centro de Convenções, em Salvador, do Congresso de Carreiras e Oportunidades. O evento, iniciado no dia 24, teve como proposta discutir a formação e capacitação das novas gerações bem como perspectivas para o futuro da cidade. Nesse sentido, a temática ambiental vinculada ao compromisso social, seja de empresas ou na ação diária de cada cidadão e cidadã, teve destaque na programação.<span id="more-2739"></span>A ideia do convite feito à Paciência Viva surgiu através do trabalho desenvolvido pelo Salvador Shopping na área de sustentabilidade, com a atuação de Ong’s e de grupos interessados na temática socioambiental.  Com o tema “Responsabilidade Social nas Grandes Corporações”, o coordenador de Projetos Sociais do Salvador Shopping, Fabiano Mehmeri, destacou o emprego das novas tecnologias na redução de impactos ao meio ambiente: “Buscamos trabalhar com a redução de tudo. Da iluminação, do gasto de água, de madeiras, de energia, enfim, a ideia é trazer o que há de mais avançado no mundo para construir e manter nossas instalações”.  Ele também pontuou o reaproveitamento como elemento importante para uma nova sociedade: “O comportamento e a sua mudança só é perceptível e possível no dia a dia. E estar atento as questões socioambientais é um desafio de todos. Assim que, por exemplo, reutilizar a água da chuva numa cidade de clima tropical como a nossa representa muito”.</p>
<p><strong>ONG’s destacam avanços</strong></p>
<p>O trabalho articulado do shopping com organizações da sociedade civil foi destacado como algo de extrema relevância social. O presidente da Paciência Viva, Cláudio Deiró, falou sobre as possibilidades oferecidas por grandes centros de convergência na transformação de pequenos hábitos: “São 90 mil pessoas circulando diariamente por aquele espaço. E dando visibilidade, trabalhando a comunicação em prol de uma questão ambiental podemos alcançar bons resultados.</p>
<p>Mudar comportamento é difícil, mas o nosso esforço já vale a pena”. No total, 12 caixas coletoras estão espalhadas por diferentes pontos do Shopping. “Creio que isso é pensar sustentabilidade para as próximas gerações, fazer a pessoa criar mais responsabilidades com o que produz e consome. Até porque nosso trabalho depende delas, de suas ações”, afirmou Deiró.</p>
<p>Por fim, o representante da organização Pangea, que trabalha em parceria com a CAEC (Cooperativa de Catadores Agentes Ecológicos de Canabrava), Otávio Leme, encerrou o debate tratando sobre a questão do lixo e da coleta seletiva. “Um dos nossos maiores problemas é o aumento da quantidade de lixo. E a gente nunca olhou para a Lei dos Resíduos Sólidos de fato. Quando a gente faz parcerias como essa do Salvador Shopping é que se percebe o quanto é possível fazer para alterar a nossa realidade”. De acordo com Otávio, a CAEC retira cerca de 40 toneladas de lixo por mês do shopping o que gera aproximadamente 40 postos de trabalho dentro da cooperativa.<strong> </strong>“Além dessas ações, creio que também nos cabe ajudar e o básico, nesse caso, é separar aquilo que recicla daquilo que não se pode reciclar”, finalizou.</p>
<p><strong><em>As informações são da Ascom/Paciência Viva</em></strong></p>
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		<title>I Feira de Ciência e Tecnologias Sociais da Educação Profissional</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 13:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governador Jaques Wagner e o secretário estadual da Educação, Osvaldo Barreto, abriram, nesta segunda (29), às 9h, no Centro de Convenções da Bahia, a I Feira de Ciência e Tecnologias Sociais da Educação Profissional da Bahia e o II Encontro de Educação Profissional da Bahia. Os eventos, promovidos pela Secretaria da Educação do Estado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Jaques Wagner e o secretário estadual da Educação, Osvaldo Barreto, abriram, nesta segunda (29), às 9h, no Centro de Convenções da Bahia, a I Feira de Ciência e Tecnologias Sociais da Educação Profissional da Bahia e o II Encontro de Educação Profissional da Bahia. Os eventos, promovidos pela Secretaria da Educação do Estado, vão apresentar, até quarta-feira (31), um panorama da política pública de educação profissional no Estado.<span id="more-2736"></span>Na Feira, aberta ao público das 8h30 às 18h, estudantes dos cursos técnicos de nível médio da rede estadual de Educação Profissional demonstrarão suas experiências científicas em estandes. A Feira contará, ainda, com estandes específicos para orientação profissional e serviços médicos, como aferição de pressão arterial.</p>
<p>A rede estadual de Educação Profissional conta com 48.818 mil estudantes matriculados e a meta é chegar a 2014 com a oferta de 84 mil vagas. Atualmente, são oferecidos 72 cursos em 28 Centros Territoriais, 18 Centros Estaduais e 93 unidades de ensino na capital e interior.</p>
<p><em>Algumas das Tecnologias Sociais que serão apresentadas:<br />
</em><strong>Fabricação de Instrumentos </strong>– Os estudantes e professores do Centro Estadual de Educação Profissional em Artes e Design, bairro de Nazaré, em Salvador, vão demonstrar como é possível fabricar instrumentos em papelão e apresentar técnicas de restauro de cadeiras. Eles também vão apresentar técnicas de restauro de documentos antigos e de instrumentos como o violino. Outra tecnologia social que será apresentada se refere à construção de violões pelos próprios estudantes.</p>
<p><strong>Economia de Energia</strong> – Os estudantes e professores do curso Técnico em Eletrotécnica do Centro Estadual de Educação Profissional da Bahia (CEEP Bahia), em Águas de Meninos, em Salvador, irão apresentar uma maquete para demonstrar como fazer uma instalação elétrica residencial de qualidade. Serão expostos os principais riscos de incêndio, como fios sem proteção, eletrodomésticos ligados por meio de contatos fio a fio, disjuntores fora do padrão, dentre outras irregularidades.</p>
<p><strong>Sistema Hidropônico </strong>- Os estudantes do curso Técnico em Agropecuária do Centro Territorial de Educação Profissional da Chapada Diamantina (CETEP da Chapada Diamantina), em Wagner, apresentarão os benefícios trazidos pela Hidroponia, cultivos de plantas na água. Todo o processo para esse tipo de cultivo estará ilustrado por um Sistema Hidropônico construído pelos estudantes. A turma do curso de Edificação explicará o funcionamento de sistemas elétricos e sistemas hidráulicos através de maquetes.</p>
<p><strong>Sabão com óleo de cozinha</strong> &#8211; Os estudantes do Centro Estadual de Educação Profissional das Águas (CEEP das Águas), município de Barra, vão ensinar como ocorre a produção de licores e doces em compotas a partir da apresentação de pôsteres. Da mesma forma, vão demonstrar como ocorre a produção de sabão feito com óleo de cozinha, salientando a importância desse processo para a conservação do meio ambiente.</p>
<p><strong>Reciclagem de computadores</strong> &#8211; Os estudantes do Centro Estadual de Educação Profissional em Tecnologia, Informação e Comunicação (CEEP em Tecnologia, Informação e Comunicação), em Lauro de Freitas, trazem o tema “lixo tecnológico”. Irão mostrar como o descarte de computadores pode agredir o meio ambiente e orientar como estas peças devem ser descartadas de forma adequada, inclusive, para fins de reaproveitamento e reciclagem.</p>
<p><strong>Energia eólica</strong> – Os estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional do CETEP da Região Metropolitana (CETEP da RMS), em Camaçari, irão apresentar por meio de uma maquete como ocorre a energia eólica &#8211; gerada pelo vento. Este tipo de energia limpa é uma das alternativas buscadas em todo o mundo para o enfrentamento de problemas energéticos de forma sustentável, por não causar grandes impactos ambientais.</p>
<p><strong>Foguete de garrafas pet</strong> – Além das tecnologias sociais, a Feira apresentará experiências que relacionam ciência e tecnologia, como o foguete feito com garrafa pet. A experiência foi desenvolvida por estudantes do Centro Estadual de Educação Profissional em Logística e Transporte Luiz Pinto de Carvalho, no bairro de São Caetano, em Salvador.</p>
<p><em><strong>Redação do Itapoan on Line</strong></em></p>
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