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	<title>Ong Paciência Viva &#187; Coleta Seletiva</title>
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	<description>Centro Brasileiro de Prevenção e Desenvolvimento Sustentado Paciência Viva</description>
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		<title>Instituição recolhe jornais usados para reciclagem na capital baiana</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornal que você, leitor, está em mãos, além de ser destinado à informação, pode também contribuir para o desenvolvimento sustentável do planeta. Para isso, ao invés de descartá-lo no lixo ou usá-lo como limpador de vidros, você pode deixá-lo em um dos postos de coleta seletiva da Organização Não-Governamental (ONG) Paciência Viva.
Os locais para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1212" class="wp-caption alignleft" style="width: 295px"><img class="size-medium wp-image-1212" title="doacao de jornais_ARQUIVO PAC VIVA" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/05/doacao-de-jornais_ARQUIVO-PAC-VIVA2-300x224.jpg" alt="" width="285" height="209" /><p class="wp-caption-text">Atualmente, o projeto arrecada, por mês, de oito a nove toneladas nos quatro postos existentes na cidade. A pretensão é criar postos de coleta nos condomínios, faculdades, shopping centers, igrejas, estádios de futebol, companhias de polícia e outros</p></div>
<p>O jornal que você, leitor, está em mãos, além de ser destinado à informação, pode também contribuir para o desenvolvimento sustentável do planeta. Para isso, ao invés de descartá-lo no lixo ou usá-lo como limpador de vidros, você pode deixá-lo em um dos postos de coleta seletiva da Organização Não-Governamental (ONG) Paciência Viva.</p>
<p>Os locais para doação funcionam no Salvador Shopping, na Av. Tancredo Neves;  Shopping Piedade, no Centro da cidade; Teatro Vila Velha, no Campo Grande; e Igreja de Santana, no Rio Vermelho. Qualquer pessoa, física ou jurídica, pode doar. Além de jornais, podem ser entregues à entidade revistas e cadernos escolares usados.</p>
<p><span id="more-1471"></span>“Vi um anúncio da Paciência Viva no jornal A TARDE e liguei para a instituição. Logo depois, eles vieram à Câmara Municipal de Salvador recolher o material que tínhamos. Daí em diante, firmamos  parceria” informa a gestora de Qualidade da Câmara Municipal, Cláudia Correia.</p>
<p>A designer Bianca Alves, que também doa jornais para a ONG, e diz que acha importante colaborar com as campanhas sociais  e ambientais. “No caso deste projeto, tudo que eles precisam de nós é a doação de jornais, um produto que jogamos no lixo todos os dias. A própria campanha já diz que, ‘não custa nada, mas vale muito’. É uma questão de consciência”.</p>
<p>Atualmente, o projeto arrecada, por mês, de oito a nove toneladas nos quatro postos existentes na cidade. Segundo a assessora da Paciência Viva, Rai Trindade, a pretensão é criar postos de coleta nos condomínios, faculdades, shopping centers, igrejas, estádios de futebol, companhias de polícia e outros.</p>
<p>“O recurso do material vendido é utilizado para pagar o operacional e administrativo do projeto. Nossa meta é alcançar 80 toneladas de materiais por mês para que seja criada uma cooperativa de coleta seletiva” destaca Trindade, que informa: “Se uma empresa quiser ter um posto de coleta, deve se cadastrar pelo e-mail <a href="mailto:pacienciaviva@pacienciaviva.org.br">pacienciaviva@pacienciaviva.org.br</a>.</p>
<p><em><strong>Fonte: Jornal A Tarde/Joana Lopo</strong></em></p>
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		<title>Lei restringe uso de sacolas plásticas no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 13:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O uso de sacolas plásticas para embalar mercadorias fica restrito em supermercados do Rio de Janeiro a partir desta sexta-feira, dia 16 de julho, com a entrada em vigor da Lei nº 5.502 de 2009.
Fiscais da Coordenadoria Integrada de Combate a Crimes Ambientais (Cicca) e da Superintendência de Educação Ambiental vão fiscalizar o cumprimento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1468" class="wp-caption alignleft" style="width: 289px"><img class="size-medium wp-image-1468" title="foto_AndreCunhab" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/07/foto_AndreCunhab-300x183.jpg" alt="" width="279" height="162" /><p class="wp-caption-text">Aprovada em julho de 2009, a lei estadual nº 5.502 gera dúvidas entre os comerciantes que ainda não conhecem alternativas às sacolas plásticas As pequenas e microempresas terão mais tempo para se adaptarem</p></div>
<p>O uso de sacolas plásticas para embalar mercadorias fica restrito em supermercados do Rio de Janeiro a partir desta sexta-feira, dia 16 de julho, com a entrada em vigor da Lei nº 5.502 de 2009.</p>
<p>Fiscais da Coordenadoria Integrada de Combate a Crimes Ambientais (Cicca) e da Superintendência de Educação Ambiental vão fiscalizar o cumprimento da lei estadual que obriga estabelecimentos comerciais de médio e grande porte a substituírem e recolherem sacolas plásticas, compostas por polietilenos, polipropilenos e outras substâncias poluentes.</p>
<p><span id="more-1467"></span>A Secretaria do Ambiente do RJ informou que inicialmente eles vão realizar ações educativas e não está prevista a aplicação de multa. De acordo com o presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro, Aylton Fornari, o comércio vem se adaptando há algum tempo às novas regras.</p>
<p><strong>Opiniões</strong></p>
<p>“Estamos preparados para cumprir essa lei, os mercados vão dar desconto de 3 centavos em cada cinco itens para quem não quiser levar a sacola. E vão disponibilizar outros tipos de sacolas reforçadas, como de lona e ráfia, que possam ser reutilizadas. Isso já vem acontecendo há algum tempo, mas sexta começa a fiscalização da mudança do sistema”, destacou Fornari.</p>
<p>O comércio popular também terá de observar a lei. O presidente da Sociedade de Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega (Saara), Ênio Bittencourt, diz que será difícil mudar em tão pouco tempo e reclama da falta de alternativas.</p>
<p>A Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) entrou com uma liminar na Justiça pedindo a suspensão de lei estadual que proíbe a circulação de sacolas plásticas no estado. A instituição, que representa mais de 400 mil empresários, alega que a lei não atende a toda a cadeia produtiva e gera encargos para os empresários. A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado informou que a liminar ainda não foi apreciada pelos desembargadores do órgão.</p>
<p><strong>Saco É um Saco</strong></p>
<p>Em quase um ano da campanha Saco É um Saco, do Ministério do Meio Ambiente, foram recolhidos mais de 600 milhões de sacolas plásticas no Rio de Janeiro. A assessoria da Secretaria do Ambiente informou que a campanha vai ser intensificada com o objetivo de esclarecer a população sobre os prejuízos que o plástico causa ao meio ambiente, já que a decomposição do material leva até 500 anos.</p>
<p>Os estabelecimentos que não cumprirem a lei estão sujeitos à multa de 100 a 10 mil UFIRs-RJ (valor máximo de R$ 106,4 mil). As pequenas e microempresas terão ainda dois e três anos, respectivamente, para se adaptarem.</p>
<p><em><strong>As informações são do portal EcoDesenvolvimento</strong></em></p>
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		<title>Política Nacional de Resíduos Sólidos deve ser regulamentada neste ano</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 10:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) deverá ser sancionada, por meio de um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em evento que está previsto para ser realizado em 2 de agosto. Mas antes disso, todos os ministérios que têm relação com o tema devem se manifestar, e se houver propostas de veto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) deverá ser sancionada, por meio de um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em evento que está previsto para ser realizado em 2 de agosto. Mas antes disso, todos os ministérios que têm relação com o tema devem se manifestar, e se houver propostas de veto devem ser encaminhadas para a Casa Civil. O Ministério do Meio Ambiente está empenhado para que o Executivo regulamente a lei até o final deste ano. A PNRS foi aprovada pelo Senado no último dia 7, depois de 21 anos de tramitação no Legislativo.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span id="more-1464"></span>Regulamentar a legislação que trata dos resíduos sólidos significa definir detalhes que não estão na PNRS. &#8220;Por exemplo, uma de suas determinações é o cronograma da logística reversa de eletro-eletrônicos e lâmpadas de vapores mercuriais&#8221;, diz o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, do MMA, Silvano Silvério. Ele coordenou o processo de debate entre Executivo e o Congresso para aprovação da matéria. Silvério explica que a política nacional nomina várias cadeias de produção que passarão a ser responsáveis pela reutilização de materiais que fabricam, para evitar que sejam jogados no lixo, como embalagens, pneus, lubrificantes. </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Já está definido na lei que a logística reversa será resultado de acordos setoriais da indústria com a participação do poder público. &#8220;A regulamentação poderá prever prazos em que devem acontecer esses acordos e suas metas, e as cadeias produtivas devem se organizar para prepará-los. A legislação fala também dos planos regionais e microrregionais, cujos prazos também poderão ser previstos no decreto presidencial&#8221;, cita Silvano Silvério. Somente os planos municipais têm a determinação legal de estarem prontos em dois anos. Depois da regulamentação, as legislações estaduais devem se adaptar à PNRS, mas não há prazos previstos para cumprirem essa tarefa. </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Embora a PNRS tenha sido amplamente debatida com a sociedade antes de sua aprovação pela Câmara Federal e pelo Senado, a lei voltará ao debate na fase da regulamentação. Para isso, no dia seguinte à aprovação pelo Legislativo, a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira recomendou à Comissão Técnica Tripartite Nacional que traga dos estados e municípios sugestões a serem incluídas no decreto presidencial. Essa comissão é uma instância de articulação institucional criada pelo MMA para ação compartilhada dos órgãos ambientais dos três níveis de governo para eficiência das políticas públicas. Silvano Silvério ainda explicou que a avaliação das demandas que deverão constar da nova lei deverá ser feita de forma conjunta por vários órgãos do governo federal. </span></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Contribuição lusitana</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">A subdiretora geral da Agência do Ambiente de Portugal, Luisa Pinheiro, e o diretor e administrador da Empresa Geral de Fomento (EGF) do país, Artur Cabeças e Carlos Martins, estiveram no dia 12 em reunião com Silvano Silvério. O governo português tem um acordo de cooperação com a Secretaria de Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, que por sua vez tem convênio com o MMA, e assim foi feito o convite para virem a Brasília. Eles apresentaram a estrutura criada em seu país para o tratamento de resíduos sólidos, pois têm um Plano Nacional desde 1996. Dessa estrutura consta um instituto para o monitoramento do cumprimento da lei. Os representantes lusitanos recentemente já haviam participado de uma reunião do MMA com 18 estados, em Salvador, para avaliação dos planos estaduais. </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Embora as proporções sejam muito diferentes, pois Portugal tem apenas 10 milhões de habitantes, o país tem contribuições a oferecer. Em 1996, tinha lixões em 70% dos municípios; hoje não tem em nenhum. Eles criaram consórcios intermunicipais e interfederativos, como o Brasil começa a desenvolver, e assim conseguiram solucionar o problema. E até 2016 devem ter reciclados 20% de seus resíduos e 35% do lixo orgânico. &#8220;Isso significa 55% de reciclagem e reutilização. Eles ainda vão gerar energia com 25% dos resíduos&#8221;, comenta Silvano Silvério.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><em><strong>As informações são da ASCOM/Ministério do Meio Ambiente/</strong></em></span><strong><em><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><em>Cristina Ávila</em></span></em></strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
</span></p>
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		<title>Câmara doa 456 quilos de papel reciclável</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 15:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
A reciclagem de 450 quilos de papel economiza 2.000 kWh, o suficiente para abastecer mais de 20 famílias médias no Brasil por um mês. Economiza 13 m3 de água, o suficiente para mil pessoas durante 10 dias, e reduz ainda necessidade de 1,5 m3 de aterro sanitário, onde o papel não teria mais nenhuma utilidade.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_1453" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1453" title="ARQUIVO CMS" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/07/ARQUIVO-CMS-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">ONG Paciência Viva recebe material coletado nas unidades do Legislativo</p></div>
<p>A reciclagem de 450 quilos de papel economiza 2.000 kWh, o suficiente para abastecer mais de 20 famílias médias no Brasil por um mês. Economiza 13 m<sup>3</sup> de água, o suficiente para mil pessoas durante 10 dias, e reduz ainda necessidade de 1,5 m<sup>3</sup> de aterro sanitário, onde o papel não teria mais nenhuma utilidade.</p>
<p>A avaliação é do engenheiro ambiental Eduardo Cohim, assessor técnico da Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente da Câmara Municipal de Salvador, que fez, na manhã desta quinta-feira (8), a doação de 283 quilos de papel reciclável à ONG Paciência Viva, parceira da Câmara e responsável pela campanha <em>“Doe seu jornal. Não custa nada e vale muito”.</em></p>
<p><em><span id="more-1450"></span></em>A coleta dos 283 quilos de papel foi feita nas unidades do Legislativo Municipal em seis dias úteis. Na semana passada, foram doados outros 173 quilos, totalizando 456 quilos entregues à Paciência Viva, com sede em Ondina. A iniciativa integra o Programa de Responsabilidade Socioambiental da Câmara, lançado no dia 10 de junho.</p>
<p><strong>Caixas coletoras</strong></p>
<p>As caixas coletoras para a arrecadação de jornais, diários oficiais e papel reciclável continuam disponíveis nos anexos da Câmara (edifícios Bahia Center e Martins Catarino). Em breve, serão instalados mais dois coletores no Edifício Sul América (Diretoria Financeira, 4º andar) e no Edifício Salvador Center, na Rua Rui Barbosa.</p>
<p>O presidente da Paciência Viva, Cláudio Deiró, destaca a importância do engajamento da Câmara. “A iniciativa prova que a Casa cumpre com responsabilidade seu papel na vida da cidade e ajuda o desenvolvimento sustentável”, diz Deiró, agradecendo o apoio.</p>
<p><em><strong>As informações são da Ascom/Câmara Municipal de Salvador</strong></em></p>
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		<title>Projeto Gol Verde pretende tornar a Copa do Mundo mais sustentável</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 13:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A África do Sul é o centro das atenções durante a realização da Copa do Mundo FIFA 2010, a primeira no continente africano. Além de buscar o melhor dos jogadores em campo, os realizadores do evento pretendem também incentivar o comitê organizador a reduzir os impactos ambientais gerados ao longo da competição.
Pensando nisso, a FIFA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1399" title="FIFA_divulgacao" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/FIFA_divulgacao1.bmp" alt="" width="295" height="177" /></p>
<p>A África do Sul é o centro das atenções durante a realização da Copa do Mundo FIFA 2010, a primeira no continente africano. Além de buscar o melhor dos jogadores em campo, os realizadores do evento pretendem também incentivar o comitê organizador a reduzir os impactos ambientais gerados ao longo da competição.</p>
<p>Pensando nisso, a FIFA criou o programa Gol Verde, que institui metas e objetivos a serem cumpridos com foco na sustentabilidade. O programa foi aplicado pela primeira vez durante a Copa da Alemanha, em 2006, conseguindo neutralizar 100 mil toneladas de dióxido de carbono.</p>
<p>Novas tecnologias para construção de estádios sustentáveis e a implantação de sistemas de transporte inteligentes são algumas das melhorias estimuladas pela FIFA. Esses setores podem causar grandes impactos negativos ao meio ambiente local. Outros problemas são associados ao grande volume de visitantes, atividades dos torcedores que aumentam o consumo de água e de energia (combustível líquido e eletricidade), a produção de lixo, poluição do ar, da água e da terra.</p>
<p><span id="more-1396"></span>Para que a Copa deixe um legado positivo nos países-sede, a FIFA tornou obrigatória a adoção do programa Gol Verde pelo comitê organizador do evento e aderiu à concessão de direitos ao país a garantia de que os impactos adversos sejam evitados ou reduzidos sempre que possível.</p>
<p>Durante a sua preparação para sediar o Mundial, o Comitê Organizador Sul-Africano da Copa do Mundo comprometeu-se a seguir os princípios de sustentabilidade e promover a responsabilidade ambiental na organização e acolhida da competição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os objetivos do programa são:</span></p>
<p><strong>Compensação de carbono</strong></p>
<p>• Que todos os veículos da frota da FIFA e do transporte público sigam os padrões Euro II de utilização eficiente de combustível e emissões de carbono.<br />
• Que o transporte público seja usado pelos espectadores para reduzir as emissões de carbono.</p>
<p><strong>Energia</strong></p>
<p>• Que uma auditoria/avaliação cobrindo um período de pelo menos seis meses seja realizada nos estádios para determinar o padrão de valor e os locais onde a economia de energia pode ser feita.<br />
• Que as recomendações da auditoria sobre a utilização eficiente de energia sejam implementadas nos estádios.<br />
• Que a eletricidade utilizada dentro dos estádios durante os eventos seja &#8220;renovável ou ecológica&#8221;, adquirida de fontes autorizadas e registradas pelo órgão de Certificação de Energia Renovável e Comercial da África do Sul, entre elas a energia solar, a energia eólica, as pequenas hidroelétricas, o biogás produzido pelas estações de tratamento de esgoto e o gás metano derivado dos aterros sanitários.</p>
<p><strong>Lixo</strong></p>
<p>• Que as refeições para viagem vendidas nos estádios e parques sejam embaladas com parcimônia e matérias recicláveis.<br />
• Que copos e recipientes multiuso sejam utilizados para a maior parte das bebidas servidas nos estádios e parques. Será introduzido um sistema de reembolso de depósito como incentivo à devolução dos copos e recipientes usados.<br />
• Que seja empregado material reutilizável na construção de instalações temporárias.<br />
• Que seja reduzido o uso de jornais, painéis publicitários e material promocional.<br />
• Que o lixo seja separado na fonte com a introdução de um sistema de pelo menos dois compartimentos para as áreas públicas dos estádios e um sistema de múltiplos compartimentos para os centros de alimentação e outros locais (centros de voluntários, de mídia e de hospitalidade/VIP) dos estádios e parques, obtendo assim a distinção dos itens recicláveis dos não recicláveis.<br />
• Que o sistema de múltiplos compartimentos cuide das garrafas de vidro, dos papéis, dos plásticos, do lixo orgânico e do lixo comum, e que o sistema de dois compartimentos cuide dos recicláveis e do lixo comum.</p>
<p><strong>Água</strong></p>
<p>• Que uma auditoria/avaliação do consumo de água seja realizada nos estádios para determinar o padrão de valor e os locais onde a economia de água pode ser feita.<br />
• Que sejam usados mictórios sem o emprego de água nos banheiros.<br />
• Que seja usada água de chuva ou de superfície nos irrigadores, banheiros e mictórios e para a limpeza dos estádios.</p>
<p><strong>Transporte</strong></p>
<p>• Que os motoristas sejam treinados a dirigir de forma ecológica para a redução do consumo de combustível.<br />
• Que o transporte público local, incluindo bicicletas e outros meios de transporte não mecanizados, seja responsável por um mínimo de 50% dos deslocamentos para e dos estádios nos dias de jogos.</p>
<p><strong>Biodiversidade</strong></p>
<p>• Que todos os impactos negativos sobre a biodiversidade ou o meio ambiente sejam minimizados durante o planejamento e a realização do evento.<br />
• Que todos os locais oficiais de encontros e eventos promovam, quando possível, a biodiversidade e a flora da região nos seus paisagismos ao redor das instalações.</p>
<p>A próxima Copa do Mundo, que será realizada no Brasil em 2014, também será organizada de acordo com os objetivos do projeto Gol Verde e deverá seguir aos princípios do programa.</p>
<p><em><strong>Fonte: EcoDesenvolvimento</strong></em></p>
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		<title>FNMA vai investir em recuperação florestal</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 03:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) vai investir R$ 3 milhões em 10 projetos de recuperação florestal de áreas degradadas e de manejo da biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário, em todo o País. As propostas devem ser enviadas ao FNMA por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) vai investir R$ 3 milhões em 10 projetos de recuperação florestal de áreas degradadas e de manejo da biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário, em todo o País. As propostas devem ser enviadas ao FNMA por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv) até <strong>9 de agosto</strong>.</p>
<p>Somente no caso das instituições federais, a proposta deve ser elaborada por meio de carta consulta, informada no sítio do FNMA, e encaminhada pelo correio, seguindo rigorosamente o prazo limite.</p>
<p><span id="more-1393"></span>Para o tema de recuperação florestal, os projetos devem ser voltados ao reflorestamento de áreas de nascentes onde o manancial seja usado para abastecimento humano. A ideia é assegurar a qualidade da água e garantir o abastecimento dos usuários. As propostas devem promover a participação social na gestão dos recursos florestais e hídricos.</p>
<p>Esse tipo de atividade envolve a mobilização social. Por isso, a educação ambiental deve fazer parte da proposta, com palestras, cartilhas e mutirões. Esta linha de ação responde aos anseios da própria sociedade, em diálogos realizados em 2009, conduta que vem pautando a elaboração e implementação das políticas de financiamento à gestão ambiental recepcionadas pela demanda espontânea FNMA.</p>
<p>A segunda linha de financiamento é o manejo da biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário. Ressaltando a importância da mulher no sustento da família e na proteção do meio ambiente, o FNMA vai incentivar o protagonismo feminino nas atividades de conservação da floresta que visem a gestão sustentável. Essas iniciativas incidem diretamente na geração de renda das famílias e valorizam o saber tradicional de quem vive na floresta, como as quebradeiras de coco babaçu e agricultoras familiares.</p>
<p>Os projetos deverão garantir, preferencialmente, a utilização dos produtos da sociobiodiversidade &#8211; castanha-do-Brasil, babaçu, andiroba, copaíba, borracha natural, piaçava, pequi e carnaúba. Consolidando as cadeias de produção desses produtos, as famílias poderão ser beneficiadas pela Política de Garantia de Preço Mínimo para produtos da Sociobiodiversidade.</p>
<p>Os 10 projetos serão divididos de forma igual para as cinco regiões brasileiras. Esses dois temas foram escolhidos pelo conselho deliberativo do FNMA no final de maio. Cada projeto poderá receber de R$ 200 e 300 mil e deverá  ser executado no prazo de um ano.</p>
<p>Este ano o FNMA inovou e receberá, durante dois meses, propostas simplificadas, com informações básicas como, por exemplo, objeto, justificativa e valor do projeto. Depois dessa etapa, será realizada a seleção regional. Um grupo de trabalho, composto por membros do conselho deliberativo, escolherá as melhores propostas, e o FNMA vai realizar oficinas para ajudar as instituições escolhidas a elaborarem o projeto completo.</p>
<p>As regras e orientações para apresentação de projetos estão na página eletrônica do FNMA (<a href="http://www.mma.gov.br/fnma">www.mma.gov.br/fnma</a>). Mais informações pelos telefones (61) 2028-2161/2160 ou pelo e-mail <a href="mailto:fnma@mma.gov.br">fnma@mma.gov.br</a>.</p>
<p><strong>Histórico</strong></p>
<p>O FNMA é um fundo contábil sujeito às regras orçamentárias estabelecidas pelo governo. Considerado um potente instrumento de fomento da política nacional do meio ambiente, foi fundado em 1989 e já beneficiou mais de 1.400 projetos, distribuídos em todos os biomas do território nacional, com recursos estimados em R$ 230 milhões.</p>
<p>O Fundo já operou por meio de empréstimos e doações, mas hoje os recursos são provenientes exclusivamente do Tesouro Nacional. Os projetos aprovados foram implementados nas mais diversas áreas: Agenda 21, educação ambiental, recuperação de áreas degradadas, recursos pesqueiros, resíduos sólidos, produtos químicos e espécies ameaçadas de extinção, unidades de conservação dentre outras.</p>
<p><em><strong> As informações são do portal do Ministério do Meio Ambiente</strong></em></p>
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		<title>Hotel feito com 12 mil quilos de lixo é erguido em Roma</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 16:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a crescente poluição das atrações turísticas naturais, é fácil encontrar lixo nas praias, florestas e cachoeiras mais movimentadas. Para alertar o turista europeu para os cuidados com os pontos visitados foi erguido um hotel com 12 mil quilos de lixo em Roma.
O Save The Beach Hotel não é bonito, mas nada feito de sujeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1391" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1391" title="HOTEL DE LIXO_divulgacao" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/HOTEL-DE-LIXO_divulgacao-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">A ideia central da campanha é mostrar que o hotel é feito de lixo porque em todo lugar no mundo há lixo</p></div>
<p>Com a crescente poluição das atrações turísticas naturais, é fácil encontrar lixo nas praias, florestas e cachoeiras mais movimentadas. Para alertar o turista europeu para os cuidados com os pontos visitados foi erguido um hotel com 12 mil quilos de lixo em Roma.</p>
<p>O Save The Beach Hotel não é bonito, mas nada feito de sujeira é. O design é do artista alemão H.A. Shult, que o desenhou para a campanha ambiental do grupo Save The Beach.</p>
<p><span id="more-1390"></span>Shult, em entrevista à BBC, explicou a ideia central da campanha: &#8220;ele é feito de lixo porque em todo lugar que vamos no mundo há lixo. Nós vivemos em um momento de poluição do planeta, mas não nos damos conta que ele nos pertence por pouco tempo&#8221;.</p>
<p>O hotel não é feito apenas de lixo, para fazer estrutura e paredes foi utilizado um material préfabricado. Além disso, não dá para reservar hospedagem nem na alta estação, já que a construção é temporária. A campanha tem o objetivo de chocar os turistas com a quantidade de resíduo retirado das praias da cidade.</p>
<p><em><strong>Fonte: EcoDesenvolvimento</strong></em></p>
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		<title>Câmara apresenta programa socioambiental</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 12:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Salvador deu mais um passo importante na preservação do meio ambiente ao apresentar para o público interno, na manhã dessa quinta-feira (10), o Câmara Sustentável &#8211; Programa de Responsabilidade Socioambiental. Na oportunidade, foi formado um grupo de trabalho para implementar as ações.Quando apresentado, o programa foi imediatamente aprovado pelo presidente Alan Sanches [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1387" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1387" title="ARQUIVO_CMS" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/ARQUIVO_CMS-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Programa de sustentabilidade da Câmara já é uma realidade</p></div>
<p>A Câmara Municipal de Salvador deu mais um passo importante na preservação do meio ambiente ao apresentar para o público interno, na manhã dessa quinta-feira (10), o <strong>Câmara Sustentável &#8211; Programa de Responsabilidade Socioambiental</strong>. Na oportunidade, foi formado um grupo de trabalho para implementar as ações.<span id="more-1386"></span>Quando apresentado, o programa foi imediatamente aprovado pelo presidente Alan Sanches (PMDB), que viu como exemplo a ser seguido não só pelas demais casas legislativas, mas também por todos os lares brasileiros. A iniciativa é das diretorias Administrativa, Financeira e Legislativa, juntamente com a Gestão da Qualidade e Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente da Câmara.</p>
<p>Para o diretor Financeiro Eric Lins, “mais do que um programa voltado contra o desperdício e ao controle dos gastos públicos, a iniciativa aponta para a conscientização de cada um, ganhando todos e o meio ambiente”. O controlador Fernando Cardoso fez questão de frisar que a responsabilidade social da Câmara tem em cada servidor um co-responsável.</p>
<p><strong>Controle racional</strong></p>
<p>A redução do consumo de água, energia elétrica, copos plásticos e papel é considerada fundamental para o sucesso do programa, como destaca a gestora da Qualidade, Claudia Correia. Além do uso racional desses itens, a Câmara estimulará a reciclagem do papel e dos jornais, numa parceria com a ONG Paciência Viva.</p>
<p>Dentro do programa de sustentabilidade ambiental, a Câmara também apresentou o Programa de Uso Racional de Água (Pura) adotado pela Casa. O engenheiro ambiental Eduardo Cohim, assessor técnico da Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente da Casa, disse que diagnóstico e ação contra perdas, a manutenção e aprimoramento e a implantação de fontes alternativas são os três pilares que vão garantir a eficiência do Pura.</p>
<p>O presidente da ONG Paciência Viva, Cláudio Deiró, mostrou que a reciclagem do papel representa também avanços sociais. Para assegurar esse reaproveitamento, <strong>uma caixa coletora já está disponível no térreo do Edifício Bahia Center, na Rua Rui Barbosa.</strong> A ONG é a responsável pela campanha <em><strong>“Doe seu jornal. Não custa nada, mas vale muito”</strong></em>, que tem nas peças publicitárias a foto do ator baiano Wagner Moura.</p>
<p>Fazendo valer a iniciativa, o servidor Moises Prazeres, chefe de gabinete do vereador Moisés Rocha (PT), já iniciou sua colaboração ao depositar jornal para reciclagem na caixa coletora.</p>
<p><em><strong>As informações são da Ascom/Câmara Municipal de Salvador</strong></em></p>
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		<title>Paciência Viva expõe dificuldades em eventos pela Semana do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 02:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Na Semana do Meio Ambiente a ONG Paciência Viva recebeu convites para expor suas atividades. Ainda na última terça-feira (08), a ONG participou da Semana QSMS 2010, promovida pela Tecon Salvador, prestadora de serviços na Codeba. O evento, que teve o tema “o que éramos, o que somos e o que podemos ser, depende de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1382" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><img class="size-thumbnail wp-image-1382" title="primeiros residuos_tecon_ASCOM PAC VIVA" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/primeiros-residuos_tecon_ASCOM-PAC-VIVA-150x150.jpg" alt="" width="168" height="165" /><p class="wp-caption-text">Funcionários se prontificaram a colaborar com a campanha &quot;Doe seu jornal...&quot;</p></div>
<p>Na Semana do Meio Ambiente a ONG Paciência Viva recebeu convites para expor suas atividades. Ainda na última terça-feira (08), a ONG participou da <strong>Semana<em> </em>QSMS<em> </em>2010</strong>, promovida pela <strong>Tecon<em> </em>Salvador</strong>, prestadora de serviços na Codeba. O evento, que teve o tema <strong><em>“o que éramos, o que somos e o que podemos ser, depende de nós”, </em></strong>foi direcionado para funcionários e terceirizados que puderam desfrutar de ações e serviços como massoterapia, avaliação odontológica, aferição de pressão arterial e dosagem glicêmica.</p>
<p><span id="more-1381"></span><strong>Público variado</strong></p>
<p>Na tenda montada no estacionamento da Tecon, estiveram presentes representantes da Camapeti – cooperativa de reciclagem de material peti –; Caja, uma ONG que trabalha com reciclagem de computadores; além de exposição de peças de biju reciclado, artesanato feito com lixo eletrônico e bonecos confeccionados com jornal. A Paciência Viva, representada pelo presidente Cláudio Deiró e as colaboradoras Lúcia e Eugênia, levou uma de suas caixas coletoras de resíduo, que logo foi preenchida com a doação de jornais e revistas trazidos por funcionários.</p>
<p>Nesta quinta-feira, 10 de junho, Cláudio Deiró realizou palestra na <strong>Câmara Municipal de<em> </em>Salvador</strong>, por conta do lançamento do <strong>Programa de Responsabilidade Socioambiental</strong>, voltado para o público interno da CMS. Além das atividades da ONG, da apresentação da campanha “Doe seu jornal. Não custa nada, mas vale muito”, Deiró expôs as sérias dificuldades pelas quais a Paciência vem passando nos últimos meses para uma platéia de vereadores e demais funcionários da Casa.</p>
<p><strong><em>Com informações da Ascom/Paciência Viva</em></strong></p>
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		<title>A agonia da ONG Paciência Viva</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 19:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rai Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Campanha importante – e inédita – no ar, parcerias significantes em comunicação e educação, adesão maciça da sociedade. Ainda assim, a Diretoria da ONG Paciência Viva sente, mais uma vez, o fantasma do encerramento das atividades a rondar. Há mais de um semestre aguardando repasse do governo do estado, a ONG acendeu o sinal vermelho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1295" class="wp-caption alignleft" style="width: 397px"><img class="size-large wp-image-1295  " title="Cartão Postal Campanha" src="http://www.pacienciaviva.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Cartão-Postal-Campanha-1024x701.jpg" alt="" width="387" height="257" /><p class="wp-caption-text">Mesmo com a campanha no ar, a ONG acendeu o sinal vermelho e corre o sério risco de fechar as portas. Há mais de um semestre a Paciência Viva aguarda repasse do governo do estado</p></div>
<p>Campanha importante – e inédita – no ar, parcerias significantes em comunicação e educação, adesão maciça da sociedade. Ainda assim, a Diretoria da ONG Paciência Viva sente, mais uma vez, o fantasma do encerramento das atividades a rondar. Há mais de um semestre aguardando repasse do governo do estado, a ONG acendeu o sinal vermelho. O presidente, Cláudio Deiró, lamenta a situação, mas mantém viva a esperança: “Continuamos na luta em busca de novos compartes que garantam recursos para investimento no setor operacional da campanha <em>‘Doe o seu jornal, não custa nada, mas vale muito’</em><em>. </em>O retorno público tem sido gratificante e isso pode ser percebido semanalmente com as caixas coletoras de resíduos sólidos sempre cheias. Mas nesse momento nossa situação é muito delicada”, relatou. Deiró faz referência à falta de recursos que vem se agravando desde o começo do ano: “Além da verba, que deveria vir das secretarias estaduais há meses, estamos sem sede e sem carro próprio, o que dificulta muito a coleta dos resíduos. Recorremos ao aluguel de veículos a cada vez que saímos para coletar. Já estamos sem condições de funcionamento. A situação está insustentável.”, assegurou o presidente.<span id="more-1291"></span></p>
<p>Outros postos de coleta foram abertos ou estão em fase de negociação e o que era pra ser visto como vitória, virou motivo de apreensão. Sem ter como buscar o material coletado, a campanha corre o risco de ficar desacreditada. “Se começamos a atender sem eficiência o público, todo nosso trabalho de conscientização é jogado fora e os projetos da ONG, como um todo, perdem a credibilidade.”, desabafou Cláudio.</p>
<p>Com o montante de 80 toneladas de resíduo sólido coletado (papel-jornal, papel-revista e papel branco), a ONG alcançaria sua sustentabilidade e asseguraria a (re)inserção econômica e social dos catadores com a formação de uma Cooperativa de Catadores de Produtos Recicláveis, além de garantir a diminuição do impacto ambiental. Em abril, a Paciência Viva conseguiu, em apenas 3 dos postos de coleta, arrecadar 4 toneladas de material. A doação desse montante de jornais e revistas, arrecadado diariamente, tiraria a ONG desse sufoco.</p>
<p><strong><em>Com informações da Ascom/Paciência Viva</em></strong></p>
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