Ilha Hamilton, uma das que compõem o maior recife de coral do mundo, na Austrália; sistema depende de corte de 25% de CO2

Ilha Hamilton, uma das que compõem o maior recife de coral do mundo, na Austrália; sistema depende de corte de 25% de CO2

A Grande Barreira de Coral da Austrália, o maior sistema de corais do mundo, tem apenas uma chance de 50% de sobrevivência caso as emissões globais de dióxido de carbono não sejam reduzidas em ao menos 25% até 2020.

É o que disse final de 2009 uma coalisão de 13 cientistas australianos de destaque que estudam clima e corais.

Eles disseram também que cortes ainda maiores, de até 90% até 2050, seriam necessários para a sobrevivência futura dos corais, evitando-se sua morte pelo aquecimento do oceano.

A Austrália, um dos maiores emissores de CO2 do mundo por capita, apenas sinalizou com corte de emissões em 5% dos níveis de 2000 até 2020.

O governo do país disse que poderia avançar para 25% se um acordo climático robusto internacional fosse atingido na cúpula de Copenhague, ocorrido em dezembro.

No entanto, impasses tornam improvável um acordo com comprometimento legal.

As informações são do Portal Folha – Folha OnLine -Ambiente